26.12.09

Francisco de Assis - CÂNTICO DAS CRIATURAS



"CÂNTICO DAS CRIATURAS

Louvado sejas, meu Senhor
Com todas as tuas criaturas.
Especialmente o senhor irmão Sol
Que clareia o dia
E com sua luz nos ilumina
E ele é belo e radiante,
Com grande esplendor:
De ti, Altíssimo, é a imagem.

Louvado sejas, meu Senhor
Pela irmã Lua e as Estrelas
Que no céu formastes claras
E preciosas e belas.

Louvado sejas, meu Senhor
Pelo irmão Vento.
Pelo ar, nublado
Ou sereno, e todo o tempo
Pelo qual às tuas criaturas dás sustento.

Louvado sejas, meu Senhor
Pela irmã Água
Que é muito útil e humilde
E preciosa e casta.

Louvado sejas, meu Senhor
Pelo irmão Fogo
Pelo qual iluminas a noite
E ele é belo e jovial
E vigoroso e forte

Louvado sejas, meu Senhor
Por nossa irmã, a mãe Terra
Que nos sustenta e governa
E produz frutos diversos
E coloridas flores e ervas."

Francisco de Assis
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Sobre Francisco de Assis
http://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_de_Assis


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Contos Sufis - " O Rei Salomão, o mosquito e o vento"




" O Rei Salomão, o mosquito e o vento"

Um dia um mosquito chegou à corte de Salomão, o rei sábio.

- Oh grande Salomão, que a paz esteja contigo - disse em voz alta. - Venho suplicar-te que corrijas as injustiças de que diariamente sou vítima em tua corte.

Ao que Salomão respondeu:

- Faze as tuas queixas, e certamente serás ouvido.

- Ilustre e digno senhor - disse então o mosquito, - minha queixa é contra o vento. Cada vez que saio o vento chega e me atira longe com seu sopro. Assim não tenho esperanças de chegar aos lugares que acredito serem meu destino legal.

- De acordo com os princípios legais geralmente aceitos - falou o rei Salomão, - não se pode admitir qualquer reclamação sem que a parte acusada esteja presente para defender-se.

E, virando-se para seus cortesão, Salomão ordenou:

- Chamem o vento para que exponha seu ponto de vista.

Chamado o vento, uma suave brisa anunciou sua presença. Depois ficou mais forte. Então o mosquito gritou:

- Oh grande rei! Retiro minha queixa. O ar está me obrigando a voar em círculos e antes que chegue o vento verdadeiro terei sido arrastado para longe.

Assim, as condições impostas tanto pelo reclamante como pela corte, para que se fizesse justiça, foram consideradas impossíveis.

Extraído de 'Histórias da Tradição Sufi' Edições Dervish 1993

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Nasrudin



O peixe que salvou uma vida

Nasrudin passa diante de uma gruta, vê um yogue meditando, e pergunta o que ele estava buscando.

- Contemplo os animais, e aprendi deles muitas lições que podem transformar a vida de um homem - diz o yogue.

-Pois um peixe já salvou minha vida - responde Nasrudin. - Se você me ensinar tudo que que sabe, eu lhe conto como foi.

O yogue espanta-se: só um santo pode ter a vida salva por um peixe. E resolve ensinar tudo que sabe.
Quando termina, diz a Nasrudin:

- Agora que ensinei tudo, ficaria orgulhoso em saber como um peixe salvou sua vida.

- É simples - responde Nasrudin.
- Eu estava quase morrendo de fome quando o pesquei, e graças a ele pude sobreviver três dias.

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5.8.09

Abençoa Também - Emmanuel por Francisco Cândido Xavier



Abençoa Também

Diante das vozes e dos braços que te amparam na enfermidade, coopera com os instrumentos da cura, abençoando a ti mesmo.
Em qualquer desajuste orgânico, não condenes o corpo.
O operário há de amar enternecidamente a máquina que o ajuda a viver, lubrificando-lhe as peças e harmonizando-lhe os implementos, se não deseja relegá-la à inutilidade e à secura.

*

Abençoa teu coração. É o pêndulo infatigável, marcando-te as dores e alegrias.
Abençoa teu cérebro. É o gabinete sensível do pensamento.
Abençoa teus olhos. São companheiros devotados na execução dos compromissos que a existência te confiou.
Abençoa teu estômago. É o servo que te alimenta.
Abençoa tuas mãos. São antenas no serviço que consegues realizar.
Abençoa teus pés. São apoios preciosos em que te sustentas.
Abençoa tuas faculdades genésicas. São forças da vida pelas quais recebeste no mundo o aconchego do lar e o carinho de mãe.

*

Eis que Deus te abençoa, a cada instante, no ar que respiras, no pão que te nutre, no remédio que refaz, na palavra que anima, no socorro que alivia, na oração que consola...
Junto das células doentes ou fatigadas, não empregues o fogo da tensão, nem o corrosivo do desespero.
Abençoa também.

Emmanuel por Francisco Cândido Xavier
Coragem . Por Espíritos Diversos. Uberaba, MG: CEC, 1988, cap. 25

http://www.bezerramenezes.org.br

Oração - Bezerra de Menezes


BIOGRAFIA

Nome: Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti.
Natural: Riacho do Sangue - CE
Nascimento: 29 de agosto de 1831
Desencarne: 11de abril de 1900
Profissão: Médico, Redatore político (vereador, prefeito, deputado e senador)

http://art24.com.br/estreladooriente

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Mais sobre Bezerra de Menezes
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bezerra_de_Menezes


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Oração - Bezerra de Menezes

Nós Te rogamos, Pai de Infinita Bondade e Justiça, as graças de Jesus Cristo, através de Bezerra de Menezes e suas legiões de companheiros. Que eles nos assistam, Senhor, consolando os aflitos, curando aqueles que se tornem merecedores, confortando aqueles que tiverem suas provas e expiações a passar, esclarecendo aos que desejarem conhecer a Verdade e assistindo a todos quanto apelam ao Teu Infinito Amor.

Jesus, Divino Portador da Graça e da Verdade, estende Tuas mãos dadivosas em socorro daqueles que Te reconhecem o Despenseiro Fiel e Prudente; faze-o Divino Modelo, através de Tuas legiões consoladoras, de Teus santos espíritos, a fim de que a Fé se eleve, a Esperança aumente, a Bondade se expanda e o Amor triunfe sobre todas as coisas.

Bezerra de Menezes, Apóstolo do Bem e da Paz, amigo dos humildes e dos enfermos, movimentai as tuas falanges amigas em benefício daqueles que sofrem, sejam males físicos ou espirituais. Santos espíritos, dignos obreiros do Senhor, derramai as graças e as curas sobre a humanidade sofredora, a fim de que as criaturas se tornem amigas da Paz e do Conhecimento, da Harmonia e do Perdão, semeando pelo mundo os Divinos Exemplos de Jesus Cristo.
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Eu levo a vida cantando ai lili ai lili ai lou ♫ ♪ - A canção favorita de Francisco Cândido Xavier


♫ ♪
Eu vivo a vida cantando, ai lili, ai lili, ai lou
Por isso sempre contente estou, o que passou, passou
O mundo gira depressa, e nessas voltas eu vou
Cantando a canção tão feliz que diz
Ai lili, ai lili, ai lou
Por isso é que sempre contente estou bis
Ai lili, ai lili, ai lou

11.7.09

Omraam Mikhaël Aïvanhov - 5


''Vós só conseguis evoluir e desenvolver-vos verdadeiramente se trabalhardes de um modo consciente para formar um ambiente colectivo de harmonia, de amor, de paz, de luz, no qual todos respirarão e se alimentarão. Só um ambiente onde se pode sentir o amor e a harmonia, onde eles são palpáveis, pode trazer algo de bom a cada um. Mas, para serdes capazes de criar essa harmonia, vós deveis estabelecer relação com as forças puras e luminosas que circulam no espaço; enquanto não o conseguirdes, continuareis a estar expostos aos choques e aos acidentes do mundo físico e, sobretudo, aos choques e aos acidentes do mundo psíquico.
Portanto, o trabalho, o único trabalho que vale a pena, é pensardes dia e noite em vos harmonizardes com as forças cósmicas. Acabareis por sentir que aquilo que é negativo em vós está a deixar-vos e que contribuís mais para que a luz e a paz venham ao mundo."



obras de Omraam Mikhaël Aïvanhov: www.prosveta.com


14.6.09

Krishnamurti - A alegria de viver



A ALEGRIA DE VIVER

Já alguma vez cogitasses no por que muitas pessoas, ao se tornarem mais velhas, parecem perder toda a alegria de viver? No momento, a maioria de vós, que sois jovens, é relativamente feliz; tendes vossos pequenos problemas, vossas preocupações sobre os exames, mas, apesar dessas perturbações, há, em vossa vida, uma certa alegria, não é verdade? Há uma espontânea e natural aceitação da vida, uma visão das coisas despreocupada e feliz.

Mas, por que razão, ao nos tornarmos mais velhos, parecemos perder aquele ditoso pressentimento de algo transcendental, algo de mais significativo? Por que tantos de nós, ao alcançarmos a chamada maturidade, nos tornamos embotados, insensíveis à alegria, à beleza, ao céu sereno e às maravilhas da terra?

Quando urna pessoa faz a si própria esta pergunta, muitas explicações acodem-lhe ao espírito. Ternos muito interesse em nós mesmos - esta é unia delas. Lutamos para nos tornarmos alguém, para alcançarmos e conservarmos uma certa posição; temos filhos e outras responsabilidades, e ternos de ganhar dinheiro. Todas essas coisas que se agitam em nosso interior não tardam a deprimir-nos, e perdemos assim a alegria de viver. Vede os rostos dos mais velhos, de vosso círculo de conhecimentos, tristes que são, em maioria, e gastos, adoentados, reservados, alheados, não raro neuróticos, sem um sorriso. Não perguntais a vós mesmos por que são assim? E mesmo quando indagamos o porquê disso, a maioria de nós parece satisfazer-se com meras explicações.

Ontem de tarde vi um barco que subia o rio, de velas pandas, impelido pelo vento oeste. Era um barco grande e transportava pesada carga de lenha destinada à cidade. O sol se punha e a embarcação, desenhada contra o céu, mostrava singular beleza. O barqueiro só tinha de guiá-la; nenhum esforço era necessário, pois o vento fazia todo o trabalho. Analogamente, se cada um de nós compreendesse o problema da luta e do conflito, penso que poderíamos viver sem esforço, felizes, de rosto sorridente.

Para mim, é o esforço que nos destrói, esse lutar em que despendemos quase todos os momentos de nossa vida, Se observardes, ao redor de vós, as pessoas mais velhas, podereis ver que para quase todos a vida é uma série de batalhas consigo mesmos, com suas mulheres ou maridos, com seu próximo, com a sociedade; e essa luta incessante dissipa energia. O homem que vive alegre, verdadeiramente feliz, está livre de todo esforço. Viver sem esforço não significa tornar-se estagnado, embotado, estúpido; ao contrário, só os homens sensatos, altamente inteligentes, estão verdadeiramente livres do esforço e da luta.

Mas, quando ouvimos falar em viver sem esforço, queremos viver assim, desejamos alcançar um estado em que não haja luta nem conflito; tornamo-lo, pois, esse estado, nosso alvo, nosso ideal, e por ele lutamos; e desde esse momento perdemos a alegria de viver. Estamos de novo empenhados em esforço, luta. O objeto da luta varia, mas toda luta é essencialmente a mesma. Um luta pela promoção de reformas sociais, ou para achar Deus, ou para criar melhores relações no lar ou com o próximo; outro senta-se à margem do Ganges ou se prostra devotamente aos pés de um guru - etc. etc. Tudo isso representa esforço, luta. O importante, por conseguinte, não é o objeto da luta, porém, sim, compreender a própria luta.

Ora, é possível a mente não apenas perceber ocasionalmente que não está a lutar, porém estar a todas as horas completamente livre de esforço, de modo que possa descobrir um estado de alegria em que não haja nenhuma idéia de superioridade e inferioridade?

O caso é que a mente se sente inferior e por esta razão luta para "vir a ser" alguma coisa, ou conciliar seus vários desejos contraditórios. Mas, não estejamos a dar explicações sobre por que a mente tanto luta. Todo homem que pensa sabe por que há luta, interior e exteriormente. Nossa inveja, avidez, ambição, nosso espírito de competição, que nos impele à mais impiedosa eficiência - são obviamente estes os fatores que nos fazem lutar, no mundo atual ou no mundo do futuro. Por tanto, não temos necessidade de estudar livros de psicologia para sabermos por que lutamos; e o que certamente, tem importância é que descubramos se a mente pode ficar totalmente livre de luta.

Afinal de contas, quando lutamos, o conflito é entre o que somos e o que deveríamos ou desejamos ser. Pois bem; sem se procurarem explicações, pode-se compreender todo esse processo de luta, de modo que ele termine? Como aquele barco levado pelo vento, pode a mente existir sem luta? A questão é esta, sem dúvida, é não como alcançar um estado em que não haja luta. O próprio esforço para alcançar tal estado é, em si, um processo de luta e, por conseguinte, aquele estado nunca pode ser alcançado. Mas, se observardes, momento por momento, como a mente se deixa colher nesse torvelinho de incessante luta - se observardes simplesmente o fato, sem tentar alterá-lo, sem impor à mente um certo estado que chamais "de paz" - vereis que, espontaneamente, a mente deixará de lutar; e nesse estado ela é capaz de aprender infinitamente. Aprender já não é, então, mero processo de acumular conhecimentos, porém de descobrimento de extraordinárias riquezas existentes além do alcance da mente; e para a mente que faz tal descobrimento, há grande alegria.

Observai a vós mesmo, para verdes como lutais da manhã à noite, e como vossa energia se dissipa nessa luta. Se tratardes apenas de explicar por que lutais, ficareis perdido numa floresta de explicações e a luta prosseguirá; mas se, ao contrário, observardes vossa mente, com serenidade e sem dardes explicações; se deixardes simplesmente que vossa mente esteja cônscia de sua própria luta, vereis que muito depressa surgirá um estado no qual nenhuma luta haverá, um estado de extraordinária vigilância. Nessa vigilância, não há idéia de "superior" e "inferior", não há homem importante nem homem insignificante, não há guru. Todos esses absurdos desapareceram, por que a mente está inteiramente desperta; e a mente de todo desperta está cheia de alegria...

...Afinal de contas, que é "contentamento" e o que é "descontentamento"? "Descontentamento" é a luta pela consecução de mais, e o "contentamento" a cessação dessa luta; mas, não se chega ao contentamento, se se não compreende todo o "processo" relativo ao mais, e por que razão a mente o exige.

Se sois mal sucedido num exame, por exemplo, tereis de repeti-lo, não é verdade? Os exames, em qualquer circunstância, são uma coisa sumamente deplorável, porquanto nada representam de significativo, já que não revelaria o verdadeiro valor de vossa inteligência. Passar num exame é, em grande parte, um "golpe" de memória ou, também, de sorte; mas, vós lutais para passardes em vossos exames e, quando sois mal sucedidos, perseverais nessa luta. O mesmo "processo" se verifica diariamente, na vida da maioria de nós. Estamos lutando por alguma coisa e nunca nos detivemos para investigar se essa coisa é digna de lutarmos por ela. Nunca perguntamos a nós mesmos se ela merece nossos esforços e, portanto, ainda não descobrimos que não os merece e que devemos contrariar a opinião de nossos pais, da sociedade, de todos os mestres e gurus. É só quando temos compreendido inteiramente o significado do mais, que deixamos de pensar em termos de fracasso e de êxito.

Temos sempre medo de falhar, de cometer erros, não só nos exames, mas também na vida. Cometer um erro é coisa terrível, porque seremos criticados, censurados, por causa dele. Mas, afinal, por que não se devem cometer erros? Toda gente, neste mundo, não vive cometendo erros? E o mundo sairia da horrível confusão em que se encontra, se vós e eu nunca cometêssemos um erro? Se tendes medo de cometer erros, nunca aprendereis coisa alguma. Os mais velhos estão continuamente cometendo erros, mas não querem que vós os cometais e, com isso vos sufocam toda a iniciativa. Por quê? Porque temem que, pelo observar e investigar todas as coisas, pelo experimentar e errar, acabeis descobrindo algo por vós mesmo e trateis de emancipar-vos da autoridade de vossos pais, da sociedade, da tradição. É por essa razão que vos acenam com o ideal do êxito; e o êxito, como deveis ter notado, sempre se traduz em termos de respeitabilidade. O próprio santo, em seus progressos para a chamada perfeição espiritual, tem de tornar-se respeitável, porque, do contrário, não encontrará "aceitação", não terá seguidores.

Estamos, pois, sempre pensando em termos de êxito, em termos de mais; e o mais é encarecido pela sociedade respeitável. Por outras palavras, a sociedade estabeleceu, com todo o esmero, um certo padrão, pelo qual mede o vosso sucesso ou o vosso insucesso. Mas, se amais uma coisa e a fazeis com todo o vosso ser, então já não vos importa o êxito nem o fracasso. Nenhum homem inteligente se importa com isso. Mas, infelizmente, são raros os homens inteligentes, e ninguém vos aponta essas coisas. Tudo o que importa ao homem inteligente é perceber os fatos e compreender o problema - e isso não significa pensar em termos de êxito ou de fracasso. Só quando não amamos o que fazemos, pensamos nesses termos.

Krishnamurti
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Um belo trabalho, um belo espaço, vale a pena visitar:
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2.6.09

Peter Deunov


Mestre Peter Konstantinov Deunov


Nascido em 1864 na Búlgaria, Peter Deunov é o fundador da Fraternidade Branca Universal...


http://www.prosveta.ch/izvor6_p.html

...
Sitio sobre o Mestre Peter Deunov (Beinsa Duno) - 1 http://www.beinsadouno.org/

...

Sitio sobre o Mestre Peter Deunov (Beinsa Duno) - 2 http://www.bratstvoto.net/

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"O Mestre Peter Deunov dizia:

«Se uma pessoa atira responsabilidades para as tuas costas, deves ter paciência; se ela lança sobre ti enxames de moscas e mosquitos, também deves ser paciente. Mas, se ela coloca as suas mãos sobre os teus olhos quando te pões a caminho, isso não deves aceitar.» Que significa isto? Que, na vida quotidiana, nós devemos esforçar-nos por suportar os fardos que os outros põem sobre as nossas costas e também ser pacientes se eles nos complicam a vida e são injustos connosco. A única coisa que não devemos aceitar é que eles nos impeçam de ver o caminho certo e de o seguir. Não se deve ser paciente com aqueles que, pelas suas palavras ou o seu comportamento, tentam destruir o templo de Deus em nós, apagar a nossa luz, cortar as nossas ligações com o Criador. Nessas situações, há que opor-se com todas as suas forças."


Obras de Omraam Mikhaël Aïvanhov: http://www.prosveta.com/


25.3.09



Em demanda por mais informações sobre Divaldo Franco , cheguei aqui:



http://www.mansaodocaminho.com.br/

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O programa Encontro com Divaldo é trasmitido todos os domingos (canal 1) às 15h, horário de Brasília, pela TV CEI e reproduzido aqui no site da Mansão do Caminho, onde encontra-se uma galeria com todos os programas já transmitidos
http://www.tvcei.com/vd/home/player.php?canal=7

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http://www.youtube.com/watch?v=OO4ro-0VSD0

Lindo poema 'Oração de agradecimento' na melodiosa voz de Divaldo Franco
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Para saber mais sobre Divaldo Franco:

http://www.divaldofranco.com/


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Grata Isabella good news


Um mar muito violento e revolto

com vagas altas como montanhas,

foi-me mostrado. Depois apercebi-me

que sob a superfície reinava uma

paz e uma calma maravilhosas.


Ouvi as palavras:


Procura no fundo de ti, e encontra essa paz

que ultrapassa todo o entendimento;

conserva-a. O que se passa

no exterior pouco importa.


Eileen Cady


Do livro : 'Abrindo as Portas Que Há Em Nós'.
Editora Esoterica
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Onde encontrar este e outros livros de interesse:
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...~....

11.3.09

O silêncio - Jesus Por Alexandra Solnado




O SILÊNCIO



Há milénios que os homens fazem barulho para encobrir o silêncio que há em si.
Há milénios que batucam, cantam, dançam para evocarem forças superiores a si próprios, para terem apoio. Para fugirem de si.
Do seu próprio silêncio.
O silêncio interior é tão profundo quanto o silêncio do deserto.
Mais profundo, mais denso, mais sepulcral.
Dizem que o silêncio interior é o mais difícil de suportar. O homem tenta, às vezes, mas na maior parte, desiste.
Não aguenta, e vai. Foge.
Segue em frente para novas aventuras, sempre para fora de si próprio.
O silêncio serve para se ouvir. O barulho serve para nos calarmos.
Só quem ouve é que sabe,
Só quem sabe é que intui,
Só quem intui é que sente,
Só quem sente é quem vive.

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Este Jesus Cristo Que Vos Fala,

Livro 3/ A Era da Liberdade,

Alexandra Solnado



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26.2.09

Conhecimento sem dificuldade


Nasrudin postou-se na praça do mercado e dirigiu-se à multidão:
-“Ó povo deste lugar!
Querem conhecimento sem dificuldade, verdade sem falsidade, realização sem esforço, progresso sem sacrifício?”
Logo juntou-se um grande número de pessoas com todo mundo gritando:
-“Queremos, queremos!”
-“Era só para saber”, disse ele.
“Podem confiar em mim.
Contarei a vocês tudo a respeito, caso algum dia descubra algo assim.”
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Comecei por pesquisar sobre Nasrudin. Mas tenho encontrado tantos espaços maravilhosos que os quero deixar aqui para que os possam visitar também.
O conto acima encontrei -o aqui:
Muita paz a Gilvan
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A Farmácia cósmica de Nasrudin

Nasrudin estava desempregado.
Perguntou, então, a alguns amigos que tipo de profissão deveria seguir.
“Bem, Nasrudin,” disseram, “você é muito capaz e conhece bastante as propriedades medicinais das ervas. Poderia abrir uma farmácia.”
Nasrudin foi para casa, pensou e disse para si mesmo: “sim, acho que é uma boa idéia. Acho que sou capaz de fazer isso.”
Naturalmente, sendo Nasrudin, nessa ocasião em particular passava por um de seus momentos de desejar ser proeminente e importante. Assim, pensou: “Não abrirei apenas uma loja de ervas ou uma farmácia que lide com ervas; abrirei algo grandioso e que cause um forte impacto”.
Comprou uma loja, instalou prateleiras e armários e quando chegou a hora de pintar a fachada, montou um andaime, cobriu-o com chapas e trabalhou atrás delas. Não deixou que ninguém visse o nome que daria à farmácia ou como a fachada estava sendo pintada.
Após vários dias, distribuiu folhetos que diziam: “Grande inauguração, amanhã às nove horas”.
Todos de sua aldeia e das aldeias vizinhas vieram e ficaram esperando em frente à nova loja.
Às nove horas, Nasrudin apareceu, retirou a placa da frente e lá estava um enorme cartaz onde se lia: “Farmácia Cósmica e Galáctica de Nasrudin” e abaixo estava escrito: “Influenciada e harmonizada com influências planetárias”.
Muita gente ficou impressionada e ele fez um ótimo negócio naquele dia.
Ao anoitecer, um professor local aproximou-se de Nasrudin e lhe disse: “Francamente, essas alegações que você faz são um pouco duvidosas”.
“Não, não”, respondeu Nasrudin, “cada alegação que faço sobre influência planetária é absolutamente correta. Quando o sol se levanta, abro a farmácia e quando o sol se põe, eu fecho.”
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Todos gostamos de Nasrudin.
Cada conto , uma lição.
Mais contos dele aqui neste interessante blog de Astenio:
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Como Nasrudin criou a verdade

Nasrudin(Khawajah Nasr Al-Din)

— As leis não fazem com que as pessoas fiquem melhores — disse Nasrudin ao Rei. — Elas precisam, antes, praticar certas coisas de maneira a entrar em sintonia com a verdade interior, que se assemelha apenas levemente à verdade aparente.

O Rei, no entanto, decidiu que ele poderia, sim, fazer com que as pessoas observassem a verdade, que poderia fazê-las observar a autenticidade — e assim o faria.

O acesso a sua cidade dava-se através de uma ponte. Sobre ela, o Rei ordenou que fosse construída uma forca.

Quando os portões foram abertos, na alvorada do dia seguinte, o Chefe da Guarda estava a postos em frente de um pelotão para testar todos os que por ali passassem. Um edital fora imediatamente publicado: "Todos serão interrogados. Aquele que falar a verdade terá seu ingresso na cidade permitido. Caso mentir, será enforcado.

"Nasrudin, na ponte entre alguns populares, deu um passo à frente e começou a cruzar a ponte.

— Onde o senhor pensa que vai? — perguntou o Chefe da Guarda.

— Estou a caminho da forca — respondeu Nasradin, calmamente.

— Não acredito no que está dizendo!

— Muito bem, se eu estiver mentindo, pode me enforcar.

— Mas se o enforcarmos por mentir, faremos com que aquilo que disse seja verdade!

— Isso mesmo - respondeu Nasrudin, sentindo-se vitorioso.
— Agora vocês já sabem o que é a verdade: é apenas a sua verdade.


O Mullá Nasrudin (Khawajah Nasr Al-Din) escreveu, no século XIV em que viveu, histórias onde ele mesmo era personagem. São histórias que atravessaram fronteiras desde sua época, enraizando-se em várias culturas. Elas compõem um imenso conjunto que integra a chamada Tradição Sufi, ou o Sufismo, seita religiosa ou de sabedoria de vida, de antiga tradição persa e que se espalha pelo mundo até hoje. Como o budismo e o zen-budismo, o sufismo sempre aliou o (bom) humor com sabedoria.

O texto acima foi publicado no livro “Histoires de Nasroudin”, Éditions Dervish, s.d., e extraído do livro “Os 100 melhores contos de humor da literatura universal”, Ediouro – Rio de Janeiro, 2001, pág. 50. Organização de Flávio Moreira da Costa.

http://www.releituras.com/nasrudin_menu.asp

Um excelente espaço, vale uma visitinha:
http://www.releituras.com

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Mais uma lição de Nasrudin

Aprendendo a conversar com Deus

Nasrudin, certa vez, estava sem um burrico que o ajudasse em seus afazeres.
Desesperado, sem ter meios de encontrar um, começou a orar, pedindo a Deus que lhe enviasse um burrico. Rezou por algum tempo e, certo dia, ao andar por uma estrada, deparou-se com um homem montado num burrico e atrás levava um outro burrico mais jovem.

Nasrudin aproximou-se do homem e este lhe disse:

- Mas que vergonha, eu estou trazendo um burrico de tão longe, estamos todos esgotados, e aqui está este homem descansado, sem fazer nada!

E ameaçando-o com uma espada, completou:

- Vamos! Coloque o burrico nas suas costas e venha comigo até a próxima cidade!’

Nasrudin, com medo não disse nada, simplesmente colocou o burrico em suas costas e seguiu o homem. Andaram por várias horas e Nasrudin estava exausto de tanto peso. Ao entardecer, chegaram na cidade mais próxima e o homem simplesmente fez Nasrudin descer o burrico das suas costas e seguiu adiante, sem sequer agradecer.

Nasrudin ergueu os seus olhos para o céu e disse:

- Está bem, Deus. Aprendi a minha lição. Na próxima vez serei mais específico...

http://contoseparabolas.no.sapo.pt/03outros/sufin.htm

Nasrudin e ovo

Nasrudin (também chamado Nasreddin, Nasr ud-Din, Nasredin, Naseeruddin Nasruddin, Nasr Eddin, Nastradhin, Nasreddine, Nastratin e Nusrettin) foi um sufi que viveu na Anatólia durante a Idade Média. Filósofo e sábio popular, é lembrado por suas histórias divertidas e anedotas. Aparece em vários ditados de tradição persa, árabe, pashtu, urdu e turca.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Nasrudin

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Nasrudin e ovo

Certa manhã, Nasrudin - o grande místico sufi que sempre fingia ser louco - colocou um ovo embrulhado em um lenço, foi para o meio da praça de sua cidade, e chamou aqueles que estavam ali.

- Hoje teremos um importante concurso! - disse - Quem descobrir o que está embrulhado neste lenço, eu dou de presente o ovo que está dentro!

As pessoas se olharam, intrigadas, e responderam:

- Como podemos saber? Ninguém aqui é capaz de fazer adivinhações!

Nasrudin insistiu:

- O que está neste lenço tem um centro que é amarelo como uma gema, cercado de um líquido da cor da clara, que por sua vez está contido dentro de uma casca que quebra facilmente. É um símbolo de fertilidade, e nos lembra dos pássaros que voam para seus ninhos. Então, quem pode me dizer o que está escondido?

Todos os habitantes pensavam que Nasrudin tinha em suas mãos um ovo, mas a resposta era tão óbvia, que ninguém resolveu passar vergonha diante dos outros.

E se não fosse um ovo, mas algo muito importante, produto da fértil imaginação mística dos sufis? Um centro amarelo podia significar algo do sol, o líquido ao redor talvez fosse um preparado alquímico. Não, aquele louco estava querendo fazer alguém de ridículo.

Nasrudin perguntou mais duas vezes, e ninguém se arriscou a dizer algo impróprio. Então ele abriu o lenço e mostrou a todos o ovo.

- Todos vocês sabiam a resposta - afirmou. - E ninguém ousou traduzi-la em palavras.

"É assim a vida daqueles que não tem coragem de arriscar: as soluções nos são dadas generosamente por Deus, mas estas pessoas sempre procuram explicações mais complicadas, e terminam não fazendo nada."

Contos do mestre Sufi Nasrudin
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http://www.cuidardoser.com.br/conto-nasrudin-13.asp

Mais um belo espaço com contos de Nasrudin:

http://www.cuidardoser.com.br/coletanea-nasrudin.asp

http://www.cuidardoser.com.br/
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25.1.09

Pensamentos de Omraam Mikhael Aivanhov

"Várias vezes durante a sua vida, os humanos estão sujeitos a provações que os obrigam a colocar a si próprios as únicas questões verdadeiramente importantes: as que dizem respeito ao sentido da sua vida.
Mas pode suceder que, submersos pelo sofrimento, alguns seres mergulhem tão profundamente em si mesmos que é aí, neles, que encontram as respostas. Não é a religião que os ajuda, não é a fé que os ajuda, eles encontram a fé por causa da experiência que estão a viver, pois a verdade é que Deus pôs no homem todas as respostas às questões que ele coloca a si próprio, todos os recursos de que ele necessita para enfrentar as provas da vida.Tacteando, ele pode acabar por encontrá-las, e até é mais certo que as encontre deste modo do que em certas explicações da religião."

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"Mesmo os aparelhos mais sofisticados não podem dar-nos uma ideia daquilo que é o ser humano. Ele será sempre algo mais do que o que se pode ver dele. Por isso, ele ainda não se conhece e a medicina também não o conhece. Sim, a medicina trabalha sobre seres que não conhece. Há imensos médicos que ainda têm tendência a considerar o ser humano como uma máquina! Ignoram que ele é habitado por forças, entidades, inteligências, capazes de produzir no seu organismo elementos que ele antes não possuía. Ignoram que, para além do seu corpo físico, o homem possui corpos subtis: os corpos etérico, astral, mental, causal, búdico e átmico. Eles não sabem o que são o seu pensamento e a sua vontade e, muito menos, a sua alma e o seu espírito. Então, como se pode pensar que eles saberão encontrar os métodos adequados para o curar?Para curar os doentes, não basta ocupar-se do seu corpo físico, é preciso suscitar, mais acima, nos planos subtis, os elementos e as entidades dos quais depende o bom funcionamento do corpo físico."

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obras de Omraam Mikhaël Aïvanhov:
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18.1.09

Pensamentos de Lobsang Rampa

''Mantendo puros os pensamentos, excluímos os pensamentos impuros.''
- Lobsang Rampa


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''Se você não escalar a montanha, não poderá ver a planície.''
- Lobsang Rampa


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''Nós receamos aquilo que não compreendemos.''
- Lobsang Rampa
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Do Livro 'A Vela nº13' - Editora Record
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