Vídeos - Omraam Mikhaël Aïvanhov
29.1.08
Vídeos - Omraam Mikhaël Aïvanhov
Vídeos - Omraam Mikhaël Aïvanhov
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Lobsang Rampa - Carma e Dharma
LOBSANG RAMPA
CARMA: Esta é uma lei antiga, pela qual muitas pessoas do mundo oriental regulam suas vidas. É uma lei ótima, desde que usada com senso comum.
Vamos a uma loja e compramos muitas mercadorias. Se tivermos sorte, poderemos pô-las "na conta", mas compramos esses artigos, e eles terão de ser pagos em algum momento, pois não os recebemos de graça.
Percorremos vida após vida, fazendo coisas das quais, nas horas calmas do amanhecer, nós nos arrependemos, coisas das quais nos envergonhamos quando estamos a sós e podemos pensar a respeito, fazemos coisas que podem prejudicar outras pessoas. Bem, é uma pena, porque assim como plantamos, colheremos.
Do mesmo modo, devemos fazer o bem aos outros. "Atira teu pão às águas, e ele te será devolvido". Infelizmente, quando o devolvem, pode estar um pouco encharcado, mas não é isto que queremos dizer. Façamos o bem aos outros, e quanto mais bem fizermos, tanto mais nos será feito.
Se você veio à Terra e passa momentos horríveis, isso significa que está recebendo a retribuição, por ter proporcionado a outras pessoas momentos horríveis em outra vida. Quando você chegar àquele estágio feliz, muito feliz, no qual estará vivendo sua última vida sobre a Terra, certamente passará momentos horríveis, porque terá de saldar todas as dívidas. Exatamente quando estiver pronto a mudar-se para outro bairro, procurará o açougueiro, o padeiro e o fabricante de castiçais (ou deve procurá-los se for honesto), e pagará o que deve aos mesmos. Se você for otimista, procurará receber dinheiro que lhe devem, mas isso é assunto diferente. A lei do Carma determina: faça como gostaria que lhe fizessem, porque você terá de pagar o bem, tanto quanto o mal.
A minha crença pessoal é que uma adoção demasiadamente rígida da lei da encarnação e da lei do Carma pode ter sido responsável pela degeneração da Índia e China porque, tanto na Índia quanto na China, as pessoas costumavam sentar-se debaixo das árvores e dizer: "Ah! E daí? Tenho muitas outras vidas diante de mim, vou ficar sentado como o Touro Ferdinando a cheirar as flores nesta vida". E assim a coisa descambou para a preguiça.
Quanto à China — eu pessoalmente vi o seguinte: um homem caiu em um rio e estava a afogar-se, sem dúvida alguma. Nenhum dos chineses se mostrou sequer remotamente interessado no caso; posteriormente, foi-lhes indagado porque nada haviam feito para salvar o homem que se afogava. A resposta que deram foi no sentido de que se houvessem salvo aquele homem DE SEU CARMA, teriam ficado com o Carma dele para si, além dos seus próprios: Assim é que uma obediência por demais rígida cria a insensibilidade aparente. É preciso adotar o antigo e bom Caminho Budista — nem mau demais, porque a polícia nos perseguirá, nem bom demais (coisa impossível nesta Terra!), porque seremos puros demais para continuarmos aqui. O Caminho do Meio, em todas as coisas.
Isso significa que se deve adotar um modo de vida e mantê-lo, sem resvalar dos padrões elevados que se tenha colimado anteriormente.
No budismo, Dharma significa seguir a Nobre Trilha Óctupla.
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26.1.08
As Seis Jóias da Mente - Annie Besant
As Seis jóias Ou Qualidades Da Mente
1º Domínio da mente; fixá-la até convertê-la no instrumento de purificação do caráter.
2º A virtude da tolerância e respeito ao sentir e pensar dos outros.
3º O domínio da ação e das provas para esgotar mais rápidamente o Carma pessoal.
4º O perfeito equilíbrio, ou a serenidade no bom senso para compreender imparcialmente.
5º A fé derivada do conhecimento e segurança nas verdades compreendidas.
6º O desejo de liberação, a vontade de alcançá-la para ajudar os demais.
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As seis jóias que já vos falei: Dominio da Mente, afastando-a de tudo o que é daninho e usando-a para tudo o que é bom. E o domínio da mente é necessário na Senda, porque devemos modelar nossa mente de tal maneira que ela não possa ser sacudida por nenhum meio nem perturbada por nada do que o mundo externo chama perturbação, como sejam: perda de amigos e de fortuna, a calunia, desonra. De tudo o que causa transtorno em vossa vida mundana o Mestre disse: ''Isto nada vale''. Porém, quão poucos são os que podem reconhecer esta grande verdade! São os frutos de pensamentos, desejos e ações do passado, o carma gerado no passado, e, até que seja esgotado, não podemos ser utilizados na obra do Mestre. Portanto, cabe-nos dominar a mente sem pensar no mal, de modo a mantê-la tão radiante e alegre quão tranquila.
Não deveis sentir abatimento, porque isso engendra ao vosso redor uma atmosfera que leva sofrimento aos demais; vosso trabalho deve consistir em aumentar a felicidade do mundo, e não em fomentar suas misérias. Se estiverdes abatido, o Mestre não poderá utilizar-vos para ensinar Sua Vida por vosso meio para ajudar vossos irmãos. A depressão é como um dique levantado no meio da corrente, para impedir que suas águas sigam o livre curso; não deveis pôr obstáculos à vida do Mestre, que flui através do discípulo, senão privais de Suas bênçãos e alegrias os corações dos homens. Dominais o pensamento e também a ação, e agi tanto quanto possível de acôrdo com o justo, o bom e o benevolente.
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Deveis também desenvolver a grande virtude da Tolerância, que sói ser tão rara entre vós. Deveis estudar - disse o Mestre - as religiões dos demais, para habilitar-vos a ajudá-los , o que não poderieis fazer de outra maneira. O juizo do mundo condena isto e não o aprova. Quantas vêzes já ouvi, críticas dirigidas a mim, dizendo: ''Oh! Mrs. Besant fala como um hindu na Índia e como cristã na Inglaterra''. Como poderia então falar de outro modo? Falar de hinduismo aos cristãos não os ajudaria. Falar de cristianismo aos hindus e budistas, lhes ocultaria grandes verdades. Nosso dever é aprender para ajudar, e só se pode conquistar os corações dos homens por simpatia, quando puderdes falar de seus pontos de vista, em lugar de vos manterdes obstinadamente nos vossos. Êste é o grande distintivo de quem é verdadeiramente tolerante, porque pode ver as coisas do ponto de vista dos outros, e falar de tal modo que seja útil para ajudá-los.
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Também deveis aprender a Paciência, para resistir às provas de que já tenho falado, provas que cairão sobre vós como granizos, a fim de que vosso carma seja esgotado mais rápidamente e assim vos capacite a servir. Recebei essas provas como uma honra, não como um castigo; são indícios de que os grandes Senhores do Carma ouviram vossa súplica por um progresso mais acelerado, e estão precipitando vossos carmas do passado para os extinguirdes, e portanto atenderam vossos rogos. Cabe-vos permanecer alegres e não com rosto descontente e angustioso; cabe-vos imitar os antigos mártires que sorriam diante do fogo, considerando-o como um carro de triunfo chegado para condúzi-los até o Senhor.
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Também deveis aprender a Perseverança, que significa unidade de direção, e que os hindus e budistas chamam Equilíbrio. Perseverança na obra do Mestre com um equilíbrio tal que nada vos possa tirar dela. Como a bússula aponta sempre para o pólo e a ele retorna toda vez que algo a force a desviar-se, assim deve ser a vossa vontade dirigir-se invariàvelmente para a meta da divina Vontade, que é a perfeição humana que estais vos esforçando por atingir.
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A última das seis jóias é a Fé ou Confiança em vosso Instrutor e em vós mesmos. Mas diz o Mestre: ''Acaso o homem responderá: Confiar em mim? Eu me conheço demasiado bem para poder confiar em mim''. Mas o Mestre responderá: ''Não, vós não vos conheceis ; só conheceis a casca que vos oculta, porque o EU está na fortaleza inexpugnável que nunca pode ser abalada nem destruida. Assim, as seis jóias da mente vão aparecendo gradualmente para que nos últimos anos sejam melhor modeladas, e com o objectivo de que sejam reconhecidas no caráter. E então, oh! então, resta a última das qualidades, a mais dura de todas e que desperta maior oposição na mente de muitos. O hindu e o budista a chamam Desejo de Libertação; o Mestre a chama União com o Supremo, e como o Supremo é Amor, o Mestre a traduz por esse Amor vivido entre os homens. E ao tratar Ele de grande virtude do amor, que é o cumprimento da lei, assinala três vícios que são crimes contra o amor e que, portanto, devem ser evitados pelo discípulo. O primeiro é a maledicência, o segundo é a crueldade, e o terceiro, a superstição. São estes, disse ÊLe, os piores crimes contra o amor.
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24.1.08
Láhiri Mahásaya - por Paramahansa Yogananda
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Babaji - Mahávatár (Grande Avatar)
Do Livro 'Autobiografia de um Yogue'
Paramahansa Yogananda***
http://www.yogananda.com.br/
http://www.yogananda-srf.org/
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Pensamentos - Omraam Mikhaël Aïvanhov (3)
Aquele que medita não é, pois, um ser passivo, mas um ser actuante: pelo seu pensamento, ele pode construir ou destruir, organizar as coisas ou perturbá-las; e, se não estiver esclarecido, se não for inteligente, é evidente que perturbará mais do que arranja. Quer o saiba, quer não, fisicamente, quimicamente, ele está a deslocar forças e elementos para o bem ou para o mal, para a construção ou para a destruição. Então, atenção ao estado em que vos encontrais no momento em que decidis meditar: esforçai-vos sempre por dar um objectivo luminoso ao trabalho que executais pelo pensamento."
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Annie Besant - Biblioteca Upasika
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Pensamentos - Annie Besant (2)
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Escotismo - Condecoração de Annie Besant

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Pensamentos - Annie Besant (1)
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Pensamentos - Madre Teresa (2)
Oração
***A oração far-nos-á ter um coração puro. E um coração puro é capaz de ver a Deus. Se descobrimos Deus, seremos capazes de amar, de amar não com palavras, mas com obras.
*** Na realidade, a oração é só uma, a oração substancial: é o próprio Cristo. Muitas vezes as nossas orações não produzem efeito porque não fixamos o nosso espírito e o nosso coração em Cristo, por Quem as nossas orações sobem até Deus.
*** Um ferveroso e confiante olhar para Cristo pode transformar-se na mais fervorosa oração: 'Olho para Ele e Ele olha para mim' - eis a mais perfeita oração.
Do livro '365 Dias com Madre Teresa '
Equipa Paulista
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Pensamentos - Omraam Mikhaël Aïvanhov (2)
"Vou contar-vos uma história que eu ouvi há muito tempo. Uns Iniciados enviaram os seus discípulos para uma ilha deserta para eles desbravarem o terreno e o tornarem produtivo. E disseram-lhes: «Quando tiverdes terminado a vossa tarefa, um sino anunciar-vos-á a nossa chegada.» Os discípulos puseram-se imediatamente a trabalhar, e em breve a ilha se tornou um verdadeiro paraíso. Ora, o sino não tocava. Eles fizeram outros trabalhos, mas continuavam a não ouvir nada. Reflectiram durante muito tempo e, subitamente, jorrou a luz: eles não tinham pensado em construir um altar para a Divindade. Empreenderam imediatamente a sua construção... No instante em que ele foi terminado, o sino tocou, os Iniciados chegaram com solenidade e colocaram na fronte dos discípulos um pentagrama luminoso, símbolo das virtudes espirituais.Este relato ensina-nos que, quaisquer que sejam as suas realizações na terra, o homem só termina a sua tarefa quando tiver construído em si próprio o altar do Senhor, isto é, quando tiver conseguido manifestar as cinco virtudes do pentagrama: o amor, a sabedoria, a verdade, a bondade e a justiça."
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23.1.08
Lobsang Rampa - Pensamentos (3)
* Para o puro todas as coisas são puras.
* Não são dados ao homem mais encargos do que ele pode suportar.
*É triste que as pessoas condenem aquilo que não compreendem.
*O mestre sempre vem, quando o estudante está pronto.
* Deixe sua consciência ser o seu guia.
*Há uma lei oculta que diz que não se pode receber sem primeiro dispor-se a dar.
*Todo casal poderia viver com exito, desde que aprendesse essa lição de dar e receber.
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Minha Visita a Vênus (My Visit to Venus, 1957)
O Médico de Lhasa (Doctor from Lhasa, 1959)
Entre os Monges do Tibete (The Rampa Story, 1960)
A Caverna dos Antigos (Cave of the Ancients, 1963)
Minha Vida com o Lama (Living with the Lama, 1964)
Você e a Eternidade (You Forever, 1965)
A Sabedoria dos Lamas (Wisdom of the Ancients, 1965)
O Manto Amarelo (The Saffron Robe, 1966)
Capítulos da Vida (Chapters of Life, 1967)
Alem do 1o Decimo (Beyond The Tenth, 1969)
A Chama Sagrada (Feeding the Flame, 1971)
O Eremita (The Hermit, 1971)
A Décima Terceira Vela (The Thirteenth Candle, 1972)
Luz de Vela (Candlelight, 1973)
O Sol Poente (Twilight, 1975)
Foi Assim! (As It Was, 1976)
A Fé Que Me Guia (I Believe, 1976)
Três Vidas (Three Lives, 1977)
O Sabio do Tibete (Tibetan Sage, 1980)
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22.1.08
Pensamentos - Rumi - poeta sufi (1)

Existe uma força interior que te dá vida . Procura-A.
No teu corpo existe uma jóia preciosa. Procura-A.
Oh, sufi perambulante,
Se estás em busca do maior dos tesouros,
Não procures no exterior,
Olha para dentro e procura-A
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Descida
- Nasrudin, como caíste do burro?
- Não estive mal. Eu ia descer, de qualquer maneira.
......................................................................................................
Excelente site de poesias sufis
http://www.sertaodoperi.com.br/poesiasufi/index.htm
...
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21.1.08
Pensamentos - Omraam Mikhaël Aïvanhov (1)
Omraam Mikhaël Aïvanhov"Nós temos uma certa aparência física que faz com que nos
reconheçam como fulano ou beltrano: diante de certas formas
físicas, não é possível haver engano. Mas, interiormente, nós
temos a faculdade de nos identificar com tudo o que existe e,
aliás, é o que fazemos mais ou menos inconscientemente ao longo
de todo um dia: há algo em nós que, por mimetismo, não pára de
se identificar com tudo o que tocamos, vemos, escutamos.
Portanto, é preciso estar vigilante!
Todos os dias nós devemos parar por alguns instantes para
procurarmos perceber a quem ou a quê estamos a identificar-nos,
pois, mais cedo ou mais tarde, tornar-nos-emos os seres e as
coisas com que nos identificamos. Uma vez que Jesus disse: «Vós
sois a luz do mundo», é com a luz que nós devemos
identificar-nos para um dia nos tornarmos, realmente, essa luz."
Omraam Mikhaël Aïvanhov
http://www.prosveta.com
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Pensamentos - Madre Teresa (1)
*** Descobri a raiz de toda a alegria: a oração.***A alegria é para nós uma necessidade e uma força, também do ponto de vista físico. Uma pessoa que tiver um espírito alegre, cansa-se menos e está sempre disposta a continuar a fazer o bem.
***A alegria suscita alegria.Madre Teresa de Calcutá
Do livro '365 Dias com Madre Teresa
'Equipa Paulista
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Etiquetas: Madre Teresa
Lobsang Rampa - Pensamentos (2)
Publicada por Lazully em 16:29 Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: Lobsang Rampa
Lobsang Rampa - Pensamentos (1)
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