29.1.08

Lobsang Rampa - Carma e Dharma



Do Livro: A SABEDORIA DOS LAMAS
LOBSANG RAMPA


CARMA: Esta é uma lei antiga, pela qual muitas pessoas do mundo oriental regulam suas vidas. É uma lei ótima, desde que usada com senso comum.

Vamos a uma loja e compramos muitas mercadorias. Se tivermos sorte, poderemos pô-las "na conta", mas compramos esses artigos, e eles terão de ser pagos em algum momento, pois não os recebemos de graça.

Percorremos vida após vida, fazendo coisas das quais, nas horas calmas do amanhecer, nós nos arrependemos, coisas das quais nos envergonhamos quando estamos a sós e podemos pensar a respeito, fazemos coisas que podem prejudicar outras pessoas. Bem, é uma pena, porque assim como plantamos, colheremos.

Do mesmo modo, devemos fazer o bem aos outros. "Atira teu pão às águas, e ele te será devolvido". Infelizmente, quando o devolvem, pode estar um pouco encharcado, mas não é isto que queremos dizer. Façamos o bem aos outros, e quanto mais bem fizermos, tanto mais nos será feito.

Se você veio à Terra e passa momentos horríveis, isso significa que está recebendo a retribuição, por ter proporcionado a outras pessoas momentos horríveis em outra vida. Quando você chegar àquele estágio feliz, muito feliz, no qual estará vivendo sua última vida sobre a Terra, certamente passará momentos horríveis, porque terá de saldar todas as dívidas. Exatamente quando estiver pronto a mudar-se para outro bairro, procurará o açougueiro, o padeiro e o fabricante de castiçais (ou deve procurá-los se for honesto), e pagará o que deve aos mesmos. Se você for otimista, procurará receber dinheiro que lhe devem, mas isso é assunto diferente. A lei do Carma determina: faça como gostaria que lhe fizessem, porque você terá de pagar o bem, tanto quanto o mal.


A minha crença pessoal é que uma adoção demasiadamente rígida da lei da encarnação e da lei do Carma pode ter sido responsável pela degeneração da Índia e China porque, tanto na Índia quanto na China, as pessoas costumavam sentar-se debaixo das árvores e dizer: "Ah! E daí? Tenho muitas outras vidas diante de mim, vou ficar sentado como o Touro Ferdinando a cheirar as flores nesta vida". E assim a coisa descambou para a preguiça.

Quanto à China — eu pessoalmente vi o seguinte: um homem caiu em um rio e estava a afogar-se, sem dúvida alguma. Nenhum dos chineses se mostrou sequer remotamente interessado no caso; posteriormente, foi-lhes indagado porque nada haviam feito para salvar o homem que se afogava. A resposta que deram foi no sentido de que se houvessem salvo aquele homem DE SEU CARMA, teriam ficado com o Carma dele para si, além dos seus próprios: Assim é que uma obediência por demais rígida cria a insensibilidade aparente. É preciso adotar o antigo e bom Caminho Budista — nem mau demais, porque a polícia nos perseguirá, nem bom demais (coisa impossível nesta Terra!), porque seremos puros demais para continuarmos aqui. O Caminho do Meio, em todas as coisas.
************************************************
DHARMA: Esta palavra pode indicar o mérito, a boa moral, a virtude, a verdade ou um modo de vida. Seu sentido verdadeiro, no entanto, é "aquilo que contém tua verdadeira natureza".

Isso significa que se deve adotar um modo de vida e mantê-lo, sem resvalar dos padrões elevados que se tenha colimado anteriormente.

No budismo, Dharma significa seguir a Nobre Trilha Óctupla.

26.1.08

As Seis Jóias da Mente - Annie Besant

No Livro 'O Aprefeiçoamento do Homem' de Annie Besant
pag: 75, 76,77

As Seis jóias Ou Qualidades Da Mente

1º Domínio da mente; fixá-la até convertê-la no instrumento de purificação do caráter.
2º A virtude da tolerância e respeito ao sentir e pensar dos outros.
3º O domínio da ação e das provas para esgotar mais rápidamente o Carma pessoal.
4º O perfeito equilíbrio, ou a serenidade no bom senso para compreender imparcialmente.
5º A fé derivada do conhecimento e segurança nas verdades compreendidas.
6º O desejo de liberação, a vontade de alcançá-la para ajudar os demais.

~~~~~~~~
As seis jóias que já vos falei: Dominio da Mente, afastando-a de tudo o que é daninho e usando-a para tudo o que é bom. E o domínio da mente é necessário na Senda, porque devemos modelar nossa mente de tal maneira que ela não possa ser sacudida por nenhum meio nem perturbada por nada do que o mundo externo chama perturbação, como sejam: perda de amigos e de fortuna, a calunia, desonra. De tudo o que causa transtorno em vossa vida mundana o Mestre disse: ''Isto nada vale''. Porém, quão poucos são os que podem reconhecer esta grande verdade! São os frutos de pensamentos, desejos e ações do passado, o carma gerado no passado, e, até que seja esgotado, não podemos ser utilizados na obra do Mestre. Portanto, cabe-nos dominar a mente sem pensar no mal, de modo a mantê-la tão radiante e alegre quão tranquila.
Não deveis sentir abatimento, porque isso engendra ao vosso redor uma atmosfera que leva sofrimento aos demais; vosso trabalho deve consistir em aumentar a felicidade do mundo, e não em fomentar suas misérias. Se estiverdes abatido, o Mestre não poderá utilizar-vos para ensinar Sua Vida por vosso meio para ajudar vossos irmãos. A depressão é como um dique levantado no meio da corrente, para impedir que suas águas sigam o livre curso; não deveis pôr obstáculos à vida do Mestre, que flui através do discípulo, senão privais de Suas bênçãos e alegrias os corações dos homens. Dominais o pensamento e também a ação, e agi tanto quanto possível de acôrdo com o justo, o bom e o benevolente.
-
Deveis também desenvolver a grande virtude da Tolerância, que sói ser tão rara entre vós. Deveis estudar - disse o Mestre - as religiões dos demais, para habilitar-vos a ajudá-los , o que não poderieis fazer de outra maneira. O juizo do mundo condena isto e não o aprova. Quantas vêzes já ouvi, críticas dirigidas a mim, dizendo: ''Oh! Mrs. Besant fala como um hindu na Índia e como cristã na Inglaterra''. Como poderia então falar de outro modo? Falar de hinduismo aos cristãos não os ajudaria. Falar de cristianismo aos hindus e budistas, lhes ocultaria grandes verdades. Nosso dever é aprender para ajudar, e só se pode conquistar os corações dos homens por simpatia, quando puderdes falar de seus pontos de vista, em lugar de vos manterdes obstinadamente nos vossos. Êste é o grande distintivo de quem é verdadeiramente tolerante, porque pode ver as coisas do ponto de vista dos outros, e falar de tal modo que seja útil para ajudá-los.
-
Também deveis aprender a Paciência, para resistir às provas de que já tenho falado, provas que cairão sobre vós como granizos, a fim de que vosso carma seja esgotado mais rápidamente e assim vos capacite a servir. Recebei essas provas como uma honra, não como um castigo; são indícios de que os grandes Senhores do Carma ouviram vossa súplica por um progresso mais acelerado, e estão precipitando vossos carmas do passado para os extinguirdes, e portanto atenderam vossos rogos. Cabe-vos permanecer alegres e não com rosto descontente e angustioso; cabe-vos imitar os antigos mártires que sorriam diante do fogo, considerando-o como um carro de triunfo chegado para condúzi-los até o Senhor.
-
Também deveis aprender a Perseverança, que significa unidade de direção, e que os hindus e budistas chamam Equilíbrio. Perseverança na obra do Mestre com um equilíbrio tal que nada vos possa tirar dela. Como a bússula aponta sempre para o pólo e a ele retorna toda vez que algo a force a desviar-se, assim deve ser a vossa vontade dirigir-se invariàvelmente para a meta da divina Vontade, que é a perfeição humana que estais vos esforçando por atingir.
-
A última das seis jóias é a Fé ou Confiança em vosso Instrutor e em vós mesmos. Mas diz o Mestre: ''Acaso o homem responderá: Confiar em mim? Eu me conheço demasiado bem para poder confiar em mim''. Mas o Mestre responderá: ''Não, vós não vos conheceis ; só conheceis a casca que vos oculta, porque o EU está na fortaleza inexpugnável que nunca pode ser abalada nem destruida. Assim, as seis jóias da mente vão aparecendo gradualmente para que nos últimos anos sejam melhor modeladas, e com o objectivo de que sejam reconhecidas no caráter. E então, oh! então, resta a última das qualidades, a mais dura de todas e que desperta maior oposição na mente de muitos. O hindu e o budista a chamam Desejo de Libertação; o Mestre a chama União com o Supremo, e como o Supremo é Amor, o Mestre a traduz por esse Amor vivido entre os homens. E ao tratar Ele de grande virtude do amor, que é o cumprimento da lei, assinala três vícios que são crimes contra o amor e que, portanto, devem ser evitados pelo discípulo. O primeiro é a maledicência, o segundo é a crueldade, e o terceiro, a superstição. São estes, disse ÊLe, os piores crimes contra o amor.

24.1.08

Láhiri Mahásaya - por Paramahansa Yogananda

Láhiri Mahásaya
No Livro Autobiografia de um Iogue de Paramahansa Yogananda está escrito sobre Láhiri Mahásaya, pag 22, 23 e 24:
-
''Láhiri Mahásaya deixou este mundo pouco depois de eu nele haver entrado. Seu retrato, em moldura ornamentada, sempre permaneceu no altar de nossa família, nas várias cidades para onde meu pai era transferido por necessidade de serviço. Muitas manhãs e muitas noites nos encontraram, à minha mãe e a mim, em meditação ante o improvisado altar, oferecendo flores aromatizadas com pasta de sândalo. Juntando incenso e mirra às nossas devoções honrávamos a Divindade que se manifestara com plenitude em Láhiri Mahásaya.
Sua fotografia teve influência em minha vida. À medida que eu crescia, o pensamento focalizado no mestre crescia comigo. Em meditação, eu via com frequência sua imagem fotográfica destacar-se da pequena moldura e, assumindo forma vivente, sentar-se diante de mim. Quando eu tentava tocar os pés de seu corpo luminoso, ele voltava a se transformar em fotografia. No período de transição da infância para a adolescência, aconteceu que Láhiri Mahásaya deixou de ser a imagenzinha exterior encerrada em moldura, para surgir em minha própria mente, convertido e ampliado em presença vívida e luminosa. Em momentos de prova e confusão, eu costumava invocá-lo numa prece, encontrando em meu interior, sua orientação consoladora.
A princípio, eu me afligia por não o ter mais neste mundo, em seu corpo físico. Quando comecei a descobrir sua secreta onipresença, já não volvi a me lamentar. Ele escreveu, amiúde, a todo discípulo demasiado ansioso em visitá-lo: ''Porque vir me contemplar em carne e osso, quando estou sempre dentro do raio de visão de seu Kutástha (olho espiritual)?''
Aos oito anos de idade aproximadamente, conheci a bênção de uma cura maravilhosa, graças ao retrato de Láhiri Mahásaya. Esta experiência intensificou meu amor. Enquanto residia em nossa grande propriedade familiar de Ichapur, em Bengala, contraí o cólera asiático. Fui desenganado pelos médicos; estes nada mais podiam fazer. Ao lado de meu leito, mamãe impeliu-me freneticamente a olhar a fotografia de Láhiri Mahásaya, presa à parede, acima de minha cabeça.
-Curve-se diante dele, mentalmente! - Ela sabia que a excessiva fraqueza me impedia até mesmo de erguer as mãos para saudá-lo.
-Se oferecer sua devoção e ajoelhar interiormente diante dele, sua vida será salva!
Olhei fixamente a fotografia e contemplei uma luz cegadora que envolvia meu corpo e o quarto inteiro. Minha náusea e outros sintomas incontroláveis desapareceram; eu estava curado. Imediatamente me senti bastante forte para inclinar-me e tocar os pés de minha mãe num gesto de reconhecimento pela fé incomensurável que ela demonstrara ter em seu guru. Minha mãe comprimia a cabeça repetidas vezes contra o pequeno retrato: - Ó Mestre Onipresente, agradeço-Te por Tua luz ter curado meu filho!
Compreendi que ela também havia testemunhado o resplendor deslumbrante através do qual me recobrei instantaneamente de uma doença fatal.
Um de meus bens mais preciosos é essa fotografia. Oferecida a meu pai pelo próprio Láhiri Mahásaya, ela irradia uma santa vibração. Este retrato teve origem miraculosa. Ouvi a história contada por Káli Kumar Roy, condiscípulo espiritual de meu pai.
Parece que Láhiri tinha aversão a ser fotografado. Não obstante seus protestos, tirou-se um retrato do mestre com um grupo de devotos, entre os quais Káli Kumar Roy. Surprendido, o fotógrafo descobriu que a chapa , na qual se divisavam claramente as imagens de todos os discípulos, apenas revelava um espaço vazio no centro, onde ele esperava que aparecesse a figura de Láhiri Mahásaya. O fenômeno foi amplamente comentado e discutido.
Certo estudante , fotografo perito, Ganga Dhar Babu, jactou-se de que a fugitiva imagem não lhe escaparia. Na manhã seguinte, quando o guru se colocava em posição de lótus, num assento de madeira com um biombo por trás, Ganga Dhar Babu chegou com seu equipamento. Tomando todas as precauções para o sucesso, tirou sofregamente doze fotografias. Em cada uma encontrou a impressão do assento de madeira com o biombo, mas a figura do mestre novamente havia sumido.
Em lágrimas e com o orgulho despedaçado, Ganga Dhar Babu procurou seu guru. Passaram-se muitas horas antes que Láhiri Mahásaya quebrasse o silêncio com um significativo comentário:
- Eu sou espírito. Pode a sua câmara fotográfica refletir o Invisível Onipresente?
-Vejo que é impossível! Mas, santo senhor, desejo ardentemente um retrato desse templo corpóreo. Minha visão era estreita: até hoje eu não tivera consciência que nele o Espírito habita em plenitude.
-Regresse, então, amanhã cedo. Posarei para você.
O fotógrafo novamente focalizou sua máquina. Desta vez, a sagrada figura não se cobriu de imperceptibilidade misteriosa; apareceu, nítida, na chapa. O mestre jamais posou para outro retrato; pelo menos, nunca vi outro.
A fotografia é reproduzida neste livro (Autobiografia de um Iogue. Imagem acima.)
Os traços fisionômicos de Láhiri Mahásaya, de casta universal, dificilmente sugerem a raça a que ele pertencia. O intenso deleite de sua comunhão com Deus é levemente denunciado pelo sorriso enigmático. seus olhos, semi-abertos, indicam um interesse nominal pelo mundo externo e, ao mesmo tempo, semicerrados, revelam sua absorção na beatitude interior. Alheio aos míseros atrativos da Terra, estava sempre desperto para atender generosamente aos problemas espirituais dos que o procuravam.
Pouco depois de minha cura, graças à luz que se projectou através da fotografia de Láhiri Mahásaya, tive uma visão de grande influência espiritual. Sentado em meu leito, certa manhã, absorvi-me em profunda concentração.
-Que há por detrás da obscuridade dos olhos? - Este pensamento inquiridor me avassalou a mente. Imensa luz manifestou-se instantaneamente em minha visão interna. Divinas figuras de santos, sentados em posição de lótus, em cavernas de montanhas, alinhavam-se , como imagens de um filme em miniatura, na grande tela de radiações surgida no interior de minha testa.
- Quem sois? - perguntei em voz alta.
_Somos iogues do Himalaia - É difícil descrever a resposta celestial; meu coração, estremecido, inundou-se de beatitude.
-Ah, como anseio ir ao Himalaia e tornar-me um de vós! - A visão desapareceu, mas seus raios prateados expandiram-se em circulos cada vez maiores , até ao infinito.
- Que maravilhoso esplendor é este?
-Eu sou Iswara. Eu sou Luz! - A voz se parecia a nuvens murmurantes.
-Quero unir-me a Ti!
Do lento desvanecer-se de meu divino êxtase, ficou-me a herança de uma permanente inspiração para buscar a Deus. ''Ele é Alegria eterna, sempre renovada!'' Esta lembrança perdurou muito após o dia do místico rapto.
.........
Do livro 'Autobiografia de um Iogue', paginas 22, 23, e 24.
Paramahansa Yogananda

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Adorei ler este livro.
Agradeço imensamente a Yogananda por ter partilhado estas vivencias .

Babaji - Mahávatár (Grande Avatar)


Bábají


Babájí foi o mestre de Láhiri Mahásaya


Láhiri Mahásaya
-

* O estado espiritual de Bábají está além da compreensão humana. A raquítica visão do homem não pode penetrar através de sua estrela transcendental. Procura-se em vão imaginar o alcance de um avatar. É inconcebível.

-

* A missão de Bábají na Índia tem sido a de dar assistência aos profetas na execução das tarefas específicas que a vontade divina lhes atribui. Qualifica-se, assim, como aquele que as escrituras chamam de Mahávatár (Grande Avatar).

-

* Sempre que se pronuncie com veneração o nome de Bábají - disse Láhiri Mahásaya - o devoto atrai uma bênção espiritual espontânea.

-

* Láhiri Mahásaya disse: Bábaji foi escolhido por Deus para permanecer em seu corpo; enquanto durar este ciclo do mundo. As eras hão de vir e de findar. O mestre imortal, porém, contemplando o drama dos séculos, sempre estará presente no palco terrestre.

-

* Bábají disse a Láhiri Mahásaya: ''Os gritos de muitos homens e mulheres desnorteados neste mundo sensibilizaram os ouvidos das Grandes Almas . Você foi o escolhido para brindar consolo espiritual através de Krya Yoga a numerosas criaturas que buscam Deus sinceramente. A milhões de seres sobrecarregados por laços familiares e pesados deveres mundanos, você inspirará nova coragem, quando virem em você um chefe de família como eles. Você deve levá-los a compreender que as mais elevadas conquistas iogues não estão proibidas ao homem de família. Mesmo levando vida mundana, o iogue que fielmente cumpre suas responsabilidades, sem apego ou motivação pessoal, trilha firmemente o caminho da iluminação. ''

-
-


Paramahansa Yogananda
Do Livro 'Autobiografia de um Yogue'
Summus editorial

***


Paramahansa Yogananda

***
http://www.yogananda.com.br/

http://www.yogananda-srf.org/

Pensamentos - Omraam Mikhaël Aïvanhov (3)


"A meditação é uma actividade que nos coloca na fronteira entre dois mundos: um que está acima de nós e outro que está abaixo de nós; e, a partir dessa região intermédia que ocupamos, pelo pensamento nós colocamos em movimento elementos, forças, entidades.
Aquele que medita não é, pois, um ser passivo, mas um ser actuante: pelo seu pensamento, ele pode construir ou destruir, organizar as coisas ou perturbá-las; e, se não estiver esclarecido, se não for inteligente, é evidente que perturbará mais do que arranja. Quer o saiba, quer não, fisicamente, quimicamente, ele está a deslocar forças e elementos para o bem ou para o mal, para a construção ou para a destruição. Então, atenção ao estado em que vos encontrais no momento em que decidis meditar: esforçai-vos sempre por dar um objectivo luminoso ao trabalho que executais pelo pensamento."
-
obras de Omraam Mikhaël Aïvanhov: www.prosveta.com

Pensamentos - Annie Besant (2)

Crescemos Quando Ofertamos
Na verdade , neste mundo de leis, onde a ação e reação se equivalem, toda ajuda volta a quem a fez, como a bola atirada contra uma parede volta para a mão de quem a atirou. O que damos volta para nós; assim, mesmo por motivos egoísticos, é bom dar, e dar com abundância: ''Atira o teu pão à água e irás encontrá-lo depois de muito tempo.'' Dar, mesmo por motivos egoísticos é bom, porque leva a um intercâmbio de sentimentos humanos úteis, pelos quais tanto quem dá como quem recebe cresce e se expande, de forma que o Divino, dentro de cada um, tem oportunidade de se expressar mais amplamente. Mesmo que a doação, de início, seja coisa interesseira, ''quem dá aos pobres empresta a Deus'' e vê que o que ele deu lhe será novamente pago - ainda assim, aos poucos , o amor invocado fará com que as dádivas futuras sejam espontâneas e isentas de egoísmo.
Assim, os laços kármicos ligam ego a ego, em longas séries de vidas humanas. Todos os laços pessoais, sejam eles de amor ou de ódio, crescem, vindo do passado, e em cada vida fortalecemos os laços que nos ligam aos nossos amigos e garantem nosso retorno juntos, nas vidas que temos pela frente. É assim que formamos uma verdadeira família. Independentemente dos laços de sangue, e voltamos à Terra muitas e muitas vezes, para ligar mais apertadamente os antigos vínculos.
.
Annie Besant
-
Do Livro ''Um estudo Sobre o Karma''
Editora Pensamento

Pensamentos - Annie Besant (1)


Os Mestres
Introdução
-
A imagem dos Mestres, os Irmãos mais Velhos da Humanidade, sempre produz uma emoção à alma humana e quaisquer palavras a respeito deles são acolhidas com avidez e prazer. A idéia de haver qualquer coisa ilógica na concepção desses Seres notáveis, desses Homens aperfeiçoados, está praticamente extinta no Ocidente, como se nunca tivesse existido. Compreende-se, agora, que a existência de tais Seres é natural e que, dada a evolução, tais produtos superiores são uma necessidade natural. Muitos estão começando a encontrar nas grandes figuras do passado uma evidência de que tais Homens existem, e como o bom senso os reconhece no passado, cresce a esperança de encontrá-los no presente.
Além disso, há cada vez mais pessoas entre nós, tanto no Oriente como no Ocidente, que conseguiram encontrar os Mestres; assim sendo, qualquer dúvida a respeito de sua existência foi para sempre dissipada de suas mentes. O Caminho até eles está aberto, e aqueles que procuram encontrarão.
Que este livrinho possa estimular em alguns a busca por esses Mestres notáveis. Eu, que os conheço, não posso prestar serviço maior a meus irmãos do que incitá-los a iniciarem uma busca que lhes proporcionará uma recompensa indescritível
...
Do Livro ''Os Mestres''
Annie Besant
Editora Pensamento

Pensamentos - Madre Teresa (2)


Madre Teresa de Calcutá

Oração

***A oração far-nos-á ter um coração puro. E um coração puro é capaz de ver a Deus. Se descobrimos Deus, seremos capazes de amar, de amar não com palavras, mas com obras.

*** Na realidade, a oração é só uma, a oração substancial: é o próprio Cristo. Muitas vezes as nossas orações não produzem efeito porque não fixamos o nosso espírito e o nosso coração em Cristo, por Quem as nossas orações sobem até Deus.

*** Um ferveroso e confiante olhar para Cristo pode transformar-se na mais fervorosa oração: 'Olho para Ele e Ele olha para mim' - eis a mais perfeita oração.

Do livro '365 Dias com Madre Teresa '
Equipa Paulista

Pensamentos - Omraam Mikhaël Aïvanhov (2)

"Vou contar-vos uma história que eu ouvi há muito tempo. Uns Iniciados enviaram os seus discípulos para uma ilha deserta para eles desbravarem o terreno e o tornarem produtivo. E disseram-lhes: «Quando tiverdes terminado a vossa tarefa, um sino anunciar-vos-á a nossa chegada.» Os discípulos puseram-se imediatamente a trabalhar, e em breve a ilha se tornou um verdadeiro paraíso. Ora, o sino não tocava. Eles fizeram outros trabalhos, mas continuavam a não ouvir nada. Reflectiram durante muito tempo e, subitamente, jorrou a luz: eles não tinham pensado em construir um altar para a Divindade. Empreenderam imediatamente a sua construção... No instante em que ele foi terminado, o sino tocou, os Iniciados chegaram com solenidade e colocaram na fronte dos discípulos um pentagrama luminoso, símbolo das virtudes espirituais.
Este relato ensina-nos que, quaisquer que sejam as suas realizações na terra, o homem só termina a sua tarefa quando tiver construído em si próprio o altar do Senhor, isto é, quando tiver conseguido manifestar as cinco virtudes do pentagrama: o amor, a sabedoria, a verdade, a bondade e a justiça."

obras de Omraam Mikhaël Aïvanhov:
http://www.prosveta.com/

23.1.08

Lobsang Rampa - Pensamentos (3)

Lobsang Rampa
* O medo corroi a alma.
* Para o puro todas as coisas são puras.
* Não são dados ao homem mais encargos do que ele pode suportar.
*É triste que as pessoas condenem aquilo que não compreendem.

*O mestre sempre vem, quando o estudante está pronto.
* Deixe sua consciência ser o seu guia.

*Há uma lei oculta que diz que não se pode receber sem primeiro dispor-se a dar.

*Todo casal poderia viver com exito, desde que aprendesse essa lição de dar e receber.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Livros de Lobsang Rampa:
A Terceira Visão (The Third Eye, 1956)
Minha Visita a Vênus (My Visit to Venus, 1957)
O Médico de Lhasa (Doctor from Lhasa, 1959)
Entre os Monges do Tibete (The Rampa Story, 1960)
A Caverna dos Antigos (Cave of the Ancients, 1963)
Minha Vida com o Lama (Living with the Lama, 1964)
Você e a Eternidade (You Forever, 1965)
A Sabedoria dos Lamas (Wisdom of the Ancients, 1965)
O Manto Amarelo (The Saffron Robe, 1966)
Capítulos da Vida (Chapters of Life, 1967)
Alem do 1o Decimo (Beyond The Tenth, 1969)
A Chama Sagrada (Feeding the Flame, 1971)
O Eremita (The Hermit, 1971)
A Décima Terceira Vela (The Thirteenth Candle, 1972)
Luz de Vela (Candlelight, 1973)
O Sol Poente (Twilight, 1975)
Foi Assim! (As It Was, 1976)
A Fé Que Me Guia (I Believe, 1976)
Três Vidas (Three Lives, 1977)
O Sabio do Tibete (Tibetan Sage, 1980)

22.1.08

Pensamentos - Rumi - poeta sufi (1)



Existe uma força interior que te dá vida . Procura-A.
No teu corpo existe uma jóia preciosa. Procura-A.
Oh, sufi perambulante,
Se estás em busca do maior dos tesouros,
Não procures no exterior,
Olha para dentro e procura-A

............................................................................................................................
Descida
- Nasrudin, como caíste do burro?

- Não estive mal. Eu ia descer, de qualquer maneira.
......................................................................................................
Excelente site de poesias sufis
http://www.sertaodoperi.com.br/poesiasufi/index.htm

...

21.1.08

Pensamentos - Omraam Mikhaël Aïvanhov (1)

Omraam Mikhaël Aïvanhov


"Nós temos uma certa aparência física que faz com que nos
reconheçam como fulano ou beltrano: diante de certas formas
físicas, não é possível haver engano. Mas, interiormente, nós
temos a faculdade de nos identificar com tudo o que existe e,
aliás, é o que fazemos mais ou menos inconscientemente ao longo
de todo um dia: há algo em nós que, por mimetismo, não pára de
se identificar com tudo o que tocamos, vemos, escutamos.
Portanto, é preciso estar vigilante!
Todos os dias nós devemos parar por alguns instantes para
procurarmos perceber a quem ou a quê estamos a identificar-nos,
pois, mais cedo ou mais tarde, tornar-nos-emos os seres e as
coisas com que nos identificamos. Uma vez que Jesus disse: «Vós
sois a luz do mundo», é com a luz que nós devemos
identificar-nos para um dia nos tornarmos, realmente, essa luz."

Omraam Mikhaël Aïvanhov


http://www.prosveta.com

Pensamentos - Madre Teresa (1)

*** Descobri a raiz de toda a alegria: a oração.

***A alegria é para nós uma necessidade e uma força, também do ponto de vista físico. Uma pessoa que tiver um espírito alegre, cansa-se menos e está sempre disposta a continuar a fazer o bem.

***A alegria suscita alegria.Madre Teresa de Calcutá


Do livro '365 Dias com Madre Teresa
'Equipa Paulista

Lobsang Rampa - Pensamentos (2)



Retribua o mal com o bem, sem recear homem algum, e sem recear qualquer ação humana, pois ao pagar o mal com o bem, e por fazer o bem em todos os momentos, progredimos para cima e nunca para baixo.


Lobsang Rampa



Lobsang Rampa - Pensamentos (1)

Quanto mais se aprende, mais se precisa aprender.

Lobsang Rampa
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...