10.8.08

Obras de Omraam Mikhaël Aïvanhov:

"Todos os dias os tribunais aplicam multas, penas de prisão por roubos, por estragos materiais. E, entretanto, os maiores criminosos passeiam em liberdade. Sim! Se partirdes uns vidros ao vosso vizinho, se pisardes o seu terreno, se cometerdes um roubo numa loja, imediatamente a justiça agirá para vos punir.Mas se, pelos vossos escritos, as vossas palavras ou vosso exemplo, fizerdes alguém perder a fé, a esperança ou o amor, se o arrastardes para a devassidão ou a violência, aí a justiça deixar-vos-á tranquilos; e, se fordes filósofos, escritores ou cineastas, muitas vezes a multidão até aplaudirá o vosso talento e vos atribuirá um prémio. Não se fica muito chocado ao ver sujar o que existe de mais precioso no homem. E é assim que os humanos compreendem a justiça: pune-se as pessoas que ousam tocar nas posses materiais do próximo, mas considera-se que destruir a sua saúde psíquica não é grave. A alma não conta, o espírito não conta, é o corpo físico que conta, é o porta-moedas! "






obras de Omraam Mikhaël Aïvanhov: http://www.prosveta.com/

25.6.08

Mensagem de Padre Pio



Encontrei esta mensagem de Padre Pio no livro AURORA de Trigueirinho:

''Falo a todos os homens do mundo.

''Quem com ferros mata, a ferros morre. Portanto, purifique os seus sentimentos sanguinários contra seus irmãos.

''Páscoa quer dizer 'trânsito', passar do mal ao bem. Páscoa quer dizer 'Paz'.

''Porque tanta solicitude para com o corpo, e tanta negligência para com a alma? Aprendam a ser mais sábios!

''Eu sou, e assino, Padre Pio, o estigmatizado de Pietrelcina.''

Padre Pio

pag 146 do Livro AURORA de Trigueirinho

Mensagem de Padre Pio entregue a Trigueirinho para publicar em seu livro AURORA

Editora Pensamento

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Mais informação sobre o autor Trigueirinho:


http://www.trigueirinho.org.br/web/php/perguntas.php

http://www.trigueirinho.org.br/


ººº

São Pio de Pietrelcina


« Que Maria seja a estrela que ilumina seu caminho, e que ela lhes mostre o modo seguro para seguir o Pai Celestial. Ela é como uma âncora, na qual vocês têm que se agarrar e conservar-se cada vez mais unidos e firmes nos momentos de tentação». Padre Pio
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Luz - Pergunte e o Céu responde --- DESTINO

Um interessante livrinho.
Retirei , de propósito para o blog, duas pedras e a mensagem foi esta:


54
DESTINO

Cada galáxia tem um campo de energia electromagnética que por algum motivo atrai outra. Esta atracção primeira é a que traça o desenho.
Quando chocam, já estavam unidas para sempre. O choque é apenas a consequência disso.
Chocaram porque se atraíram, e depois ficam juntas.
E não, chocaram, e porque chocaram ficaram juntas.
Repara na nuance.
Na primeira opção, as galáxias mesmo antes de se tocarem já tinham feito o trabalho todo, o de se atraírem.
Chocar foi apenas a consequência, ficarem juntas era o destino.
Porque é que eu estou a explicar isto tudo sobre as galáxias?
Porque os homens são iguais às galáxias.
Quando chocam entre si, ou até mesmo quando se cruzam, o destino já estava traçado.
Já se tinham atraído. O choque foi apenas a consequência.
Antes de chocarem, as galáxias fazem uma dança longínqua e distante para, depois de longuíssimos anos, ficarem juntas.
Ficarem juntas já era esperado quando se atraíram. Ficarem juntas foi a consequência de se terem atraído.
Não é a consequência de terem chocado, até porque há galáxias que chocam uma com a outra e se repelem.
Com o ser humano dá-se a mesma coisa. Quando atrai uma pessoa ou uma circunstância na sua vida, na frequência da vibração já sente se o encontro será para a atracção ou para a repulsão.
Mas, quer seja para a atracção ou para a repulsão, o encontro já estava marcado há séculos.

Jesus


Do livro Luz - Pergunte que o Céu Responde
Alexandra Solnado
Pag95



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Meditação - Dalai Lama


Sobre a meditação

Quando nos sentamos para rezar e meditar encontramos uma certa paz de espírito, somos capazes de sentir compaixão pelo pobre e pelo necessitado e de nos mostrarmos mais tolerantes com os nossos rivais. Graças à meditação, o espírito acalma-se e torna-se menos agressivo. É no entanto verdadeiramente difícil manter esse estado de espírito positivo, quando somos confrontados com as circunstâncias da verdadeira vida. A meditação é um treino, graças ao qual criamos as condições que nos permitem enfrentar o mundo real. Mas, se não efectuarmos uma fusão harmoniosa entre as fases de meditação e os períodos de pós-meditação, esse nosso esforço espiritual pode revelar-se totalmente vão. Com efeito, nós podemos ser amáveis e compassivos durante a nossa meditação, mas, se alguém nos perseguir e insultar, corremos o risco de nos zangarmos, de nos tornarmos agressivos e de chegar ao ponto de ripostar. Ora, se isso acontecer, toda a gentileza, paciência e compreensão que desenvolvemos graças à meditação desaparecerá instantaneamente. É de facto muito fácil ser compassivo e altruísta quando estamos confortavelmente sentados na nossa cadeira, mas a eficácia da nossa prática só é verdadeiramente posta à prova quando somos confrontados com um problema concreto.

Do Livro ''A Sabedoria do Dalai Lama''

Pg118

Editora Pergaminho

10.6.08

Leonardo da Vinci - engrandecer o artista

Quando ouvimos os sinos, ouvimos aquilo que já trazemos em nós mesmos como modelo. Sou da opinião que não se deverá desprezar aquele que olhar atentamente para as manchas da parede, para os carvões sobre a grelha, para as nuvens, ou para a correnteza da água, descobrindo, assim, coisas maravilhosas. O gênio do pintor há-de se apossar de todas essas coisas para criar composições diversas: luta de homens e de animais, paisagens, monstros, demônios e outras coisas fantásticas. Tudo, enfim, servirá para engrandecer o artista.



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Homem Virtuano por Leonardo da Vinci

Pensamento de Omraam Mikhaël Aïvanhov


Os humanos não vêem realmente as riquezas do mundo que os rodeia. Porquê? Porque têm dele uma concepção materialista, que, portanto, é superficial: eles procuram utilizar unicamente para sua satisfação pessoal, egoísta, as descobertas que são feitas nesse domínio. E é exactamente pelas mesmas razões que eles não sabem utilizar o seu próprio corpo. Pulmões, coração, ouvidos, olhos, mãos, fígado, pés, etc., são grandes riquezas de que a maior parte das pessoas não sabe servir-se. Impelidas por forças que não dominam e de que não têm consciência, andam por toda a parte balançando os braços e as pernas, escutando aqui, olhando ali, trincando o que lhes aparece. A filosofia materialista obscureceu de tal modo a sua visão que eles já não vêem nada da verdadeira vida. É tempo, agora, de eles compreenderem como podem utilizar os recursos da Natureza e os do seu próprio corpo para crescerem e se elevarem espiritualmente. "


Obras de Omraam Mikhaël Aïvanhov: http://www.prosveta.com/.

10.5.08

Koans Zen - Onde Vai?




Onde Vai?

Em dois mosteiros vizinhos viviam dois jovens monges muito amigos. De manhã, sempre os monges se encontravam, cada um cuidando de seus afazeres. Certo dia, um dos monges estava varrendo o pátio de seu templo e, vendo aproximar-se o amigo, perguntou:
"Olá! Onde vais?"
O amigo respondeu, feliz:
"Vou aonde meus pés me levarem..."
O monge ficou intrigado com a resposta e comentou com seu mestre. Este lhe disse:
"Da próxima vez, diga-lhe: 'E se não tivesses pés?'"
Quando o jovem noviço viu o amigo de novo na manhã seguinte, fez a mesma pergunta já antecipando o momento em que pegaria o amigo de jeito, desta vez:
"Onde vais?"
Mas o outro disse:
"Aonde o vento me levar!"
O monge ficou frustado! Voltou ao mestre e contou a nova resposta, e este, sorrindo, disse:
"Da próxima vez, diga-lhe: 'E se o vento parasse de soprar?'"
O jovem monge ficou encantado com a idéia:
"Sim, sim! Essa é boa! Agora ele não me escapa!"
No dia seguinte, ao amanhecer, ele viu seu amigo aproximando-se de novo. Perguntou-lhe:
"Olá! Onde vais?"
O amigo parou, sorriu-lhe, e falou suavemente:
"Simplesmente vou ao mercado, meu amigo...", e seguiu seu caminho.

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Dar e receber - Dalai Lama

Dar é uma virtude benéfica tanto para aquele que dá como para aquele que recebe, pois quem dá amealha mérito, grantindo felicidade e fortuna no futuro, e quem recebe vê as angústias da necessidade e da pobreza tornarem-se menos pesadas.



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Do Livro Sabedoria do Dalai Lama, pg 94,
Editora Pergaminho

13.4.08

O Amor - Krishnamurti

O Amor



De todas as qualidades, o Amor é a mais importante, pois sendo bastante forte num homem, obriga-lhe a aquisição de todas as demais qualidades, que não bastariam sem o Amor. Frequentemente é expresso como um intenso desejo de se libertar da roda dos nascimentos e mortes, e de se unir com Deus. Entendê-lo, porém, desse modo, denota egoísmo e abrange apenas uma parte da sua significação. Não é tanto o desejo, como a vontade, a resolução, a determinação. Para produzir seus resultados, essa resolução deve encher de tal modo a tua natureza inteira que não deixe lugar para qualquer outro sentimento. É, na verdade, a vontade de ser uno com Deus, não para escapares à fadiga e ao sofrimento, mas para que, pelo teu profundo amor por Ele, possas agir com Ele. E porque Ele é Amor, tu, se te quiseres unificar com Ele, deves encher-te de profundo desinterêsse e amor.



Na vida diária isto implica duas coisas: em primeiro lugar, ter o cuidado de não fazer mal a nenhum sêr vivo, e em segundo, vigiar as oportunidades de prestar auxílio.



Primeiro não fazer mal. Tres pecados há que acarretam maior dano do que todos os outros no mundo - a maledicência, a crueldade e a superstição - por serem pecados contra o amor. O homem que quiser encher o coração do amor de Deus, deve estar incessantemente precavido contra a prática desses tres pecados.

Observa os efeitos da maledicência. Começa com um mau pensamento, e este em si mesmo é já um crime, pois que, em tudo e em todos existe o bem, em tudo em todos existe o mal. Podemos reforçar qualquer deles pelo pensamento, e deste modo ajudar ou embaraçar a evolução; podemos fazer a vontade do Logos ou resistir-lhe. Se pensares no mal que existe em outrem, cometes ao mesmo tempo três ações más.

1) Enches teu ambiente de maus em vez de bons pensamentos, aumentando, assim, a tristeza do mundo.

2) Se nesse homem existir o mal que supões, o fortificas e alimentas e, assim, tornas pior o teu irmão, em vez de o melhorar. Porém, geralmente o mal não existe nele, mas é apenas um produto da tua fantasia; e então o teu pensamento tentará o teu irmão à prática do mal, pois que, se ele não for ainda perfeito, poderás torná-lo tal qual o imaginas.

3) Saturas a tua mente de maus em vez de bons pensamentos; embaraças, assim, o teu próprio crescimento, tornando-te, aos olhos dos que podem ver, um objeto feio e penoso, em lugar de belo e atraente.

Não contente de ter feito todo este mal a si próprio e à sua vítima, o maledicente tenta, com todas as suas forças, fazer os outros partícipes do seu crime. Prontamente conta a perversa história, na esperança de que o acreditem; e então se juntam todos a enviar maus pensamentos ao pobre paciente. Isto se repete dia a dia, e é feito, não por um homem, mas por milhares. Começas a ver quão terrível é este pecado? Deves evitá-lo por completo. Nunca fales mal de ninguém; recusa ouvir o mal que te disserem dos outros e suavemente observa: ''Talvez não seja verdade, e mesmo que o seja, é mais caritativo não falarmos nisso''.

Quanto à crueldade, pode ser de duas espécies: intencional e não-intencional. A crueldade intencional consiste em causar dano a um sêr vivo, de âmbito deliberado; este é o maior de todos os pecados - próprios antes de um demônio do que de um homem. Dirás que nenhum homem cometeria tal crime; porém, os homens o cometeram muitas vezes e o cometem ainda diariamente. Praticam-no os inquisidores; muita gente religiosa o praticou em nome da sua religião. Os vivissectores o praticam; muitos mestres-escolas o praticam habitualmente. Toda essa gente procura desculpar a sua brutalidade dizendo que é costume. O Karma não leva em conta o costume, e o karma da crueldade é de todos o mais terrível. Na Índia, pelo menos, não há desculpa para tais hábitos, pois o dever de não fazer mal é de todos bem conhecido. A sorte reservada ao cruel incide também sobre todos aqueles que intencionalmente matam criaturas de Deus, sob o pretexto de pesportos.

Sei que não farás estas coisas; e, por amor de Deus, quando a oportunidade se oferecer, falarás abertamente contra elas. Porém, existe a crueldade na palavra, da mesma forma que nos atos, e um homem que diz algo com a intensão de ferir a outrem, é passível desse crime. Isto também não farás; porém, às vezes, uma palavra impensada faz tanto mal como se fosse malévola. Deves, pois, estar de sobreaviso contra a crueldade irrefletida.

Ela se origina, comumente, da irreflexão. Um homem cheio de avareza e cobiça não pensa jamais nos sofrimentos que causa aos outros, pagando-lhes pouco a pouco e deixando meio famintos sua mulher e seus filhos. Um outro pensa apenas nos seus desejos luxuriosos, pouco se importando com os corpos e as almas que arruina para sua satisfação. Um outro, somente para poupar-se uns poucos minutos de incômodo, não paga aos seus operários no dia designado, sem pensar nas dificuldades que lhes origina. Por essa forma muito sofrimento pode ser causado pela irreflexão - pelo olvido de pensar sobre o modo pelo qual uma ação afeta os outros. Porém, o Karma não esquece nunca, e não leva em conta que os homens esqueçam. Se desejas entrar na Senda, deves pensar nas consequências das tuas ações a fim de não incidires em crueldade irrefletida.

A superstição é outro grande mal, que tem causado muitas e terríveis crueldades. O homem que é seu escravo, desdenha aqueles que são mais sábios e tenta fazê-los agir do mesmo modo. Pensa nos horrendos massacres produzidos pela superstição que aconselha o sacrifício de animais, e pelo ainda mais cruel preconceito de que o homem necessita de carne para alimentar-se. Pensa nos maus tratos que a superstição tem criado para as classes oprimidas da nossa Índia bem amada, e verifica por aí quanto esta má qualidade pode originar de covarde crueldade, mesmo entre aqueles que conhecem o dever de ser fraternais. Muitos crimes os homens cometeram em nome de Deus do Amor, movidos pelo pesadelo da superstição; cuida, pois, muito para que dela não reste em ti o menor vestígio.

Esses três grandes crimes deves evitar, pois são fatais a todo o progresso, por serem pecados contra o amor. Não basta, porém, refrear o mal; é preciso ser ativo no bem. Deves encher-te tanto do intenso desejo pela formação desse hábito de serviço, que estejas sempre vigilante para prestá-lo em torno de ti - não somente aos homens, como também às plantas e aos animais. Deves prestá-lo nas pequenas coisas, cada dia, a fim de que não percas as raras oportunidades em que se te apresentam grandes coisas para ser feitas. Pois que, se anseias unificar-te com Deus, não é por amor a ti próprio, mas para que possas ser um canal através do qual o Seu amor flua aos homens, teus irmãos.

Aquele que está na Senda, não existe para si mesmo, mas para os outros; esquece a si próprio para poder servi-los. Ele é como uma pena na mão de Deus, através da qual o Seu pensamento fluí e pode encontrar neste mundo uma expressão que, sem esse instrumento, não poderia ter. É ao mesmo tempo uma coluna de fogo vivo a radiar sobre o mundo o Amor Divino que lhe enche o coração.

A sabedoria que torna capaz de ajudar, a Vontade que dirige a sabedoria, o Amor que inspira a Vontade - tais são as qualidades requeridas. Vontade, Sabedoria e Amor são os três aspectos do Logos; e tu, que desejas alistar-te ao serviço, deves expressar esses três aspectos no mundo.

Krishnamurti
Do livro 'Aos pés do Mestre'
pag 33
Editora Pensamento



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9.4.08

Retrato de Maria ditado por Emmanuel através de Francisco Cândido Xavier


Retrato de Maria

Algum tempo após tomarmos conhecimento de um novo quadro de Maria, a Mãe de Jesus, divulgado num programa da TV Record, de São Paulo, com a presença de Francisco Cândido Xavier, procuramos esse médium amigo para colher dele maiores esclarecimentos sobre a origem do mesmo.
Contou-nos, então, Chico Xavier, no final da reunião pública do Grupo Espírita da Prece, em Uberaba, na noite de 1º de dezembro de 1984, que, com vistas às homenagens do Dia das Mães de 1984, o Espírito de Emmanuel ditou, por ele, um retrato falado de Maria de Nazaré ao fotógrafo Vicente Avela, de São Paulo. Esse trabalho artístico foi sendo realizado aos poucos, desde meados de 1983, com retoques sucessivos realizados pela grande habilidade de Vicente, em mais de vinte contatos com o médium mineiro, na Capital paulista.
Em nossa rápida entrevista, Chico frisou que a fisionomia de Maria, assim retratada, revela tal qual Ela é conhecida quando de Suas visitas às esferas espirituais mais próximas e perturbadas da crosta terrestre; como, por exemplo, disse-nos ele, na Legião dos Servos de Maria, grande instituição de amparo aos suicidas descrita detalhadamente no livro Memórias de um Suicida, recebido mediunicamente por Yvonne A. Pereira.
E, ao final do diálogo fraterno, atendendo nosso pedido, Chico forneceu-nos o endereço do fotógrafo-artista, para que pudéssemos entrevistá-lo oportunamente, podendo assim registrar mais algum detalhe do belo trabalho realizado.
De fato, meses após essa entrevista, tivemos o prazer de conhecer o sr. Vicente Avela, em seu próprio ateliê, há 30 anos localizado na Rua Conselheiro Crispiniano, 343, 2º andar, na Capital paulista, onde nos recebeu atenciosamente.
Confirmando as informações do médium de Uberaba ele apenas destacou que, de fato, não houve pintura e sim um trabalho basicamente fotográfico, fruto de retoques sucessivos num retrato falado inicial, tudo sob a orientação mediúnica de Chico Xavier.
Quando o sr. Vicente concluiu a tarefa, com a arte final em pequena foto branco-e-preto, ele a ampliou bastante e coloriu-a com tinha a óleo (trabalho em que é perito, com experiência adquirida na época em que não havia filmes coloridos e as fotos em preto-e-branco eram coloridas a mão), dando origem à tela que foi divulgada.
Nesse encontro fraterno, também conhecemos o lindo quadro original à vista em parede de seu escritório, e ao despedirmo-nos, reconhecidos pela atenção, o parabenizamos por esse árduo e excelente trabalho, representando mais uma notícia da vida espiritual de Maria de Nazaré, que continua amparando com imenso amor maternal a Humanidade inteira.
Hércio M. C. Arantes - Fonte: Anuário Espírita 1986
(colaboração de: Ronney Robson d'Avila Mendes )
yennor@ibest.com.br
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Visite este belo site:
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Amor e humildade - poema de Francisco Cândido Xavier


Nós viveremos, universo em fora,
Trazendo dentro d’alma a vida acesa
No ritmo da luz da Natureza,
Que é a eterna vibração da eterna autora.
A dor, somente a dor nos aprimora,
Nos caminhos da prova e da aspereza,
Elevando a nossa alma na grandeza
Da grande claridade redentora.
Somos os lutadores peregrinos,
Sonhando pela estrada dos destinos,
Um castelo de paz, ventura e glórias.
Sabemos do passado envolto em ruínas
Que a luz do amor e as rudes disciplinas,
São as chaves das últimas vitórias.
Raul de Leoni
(Soneto psicografado em 1936)
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Visite:
http://paginas.terra.com.br/arte/chicoxavier/poemas.htm

Emmanuel - Com Amor- Por Francisco Cândido Xavier



COM AMOR

"E, sobre tudo isto, revesti-vos de caridade, que é o vinculo da perfeição." - Paulo. (COLOSSENSES, 3:14.)


Todo discípulo do Evangelho precisará coragem para atacar os serviços da redenção de si mesmo.
Nenhum dispensará as armaduras da fé, a fim de marchar com desassombro sob tempestades.
O caminho de resgate e elevação permanece cheio de espinhos.
O trabalho constituir-se-á de lutas, de sofrimentos, de sacrifícios, de suor, de testemunhos.
Toda a preparação é necessária, no capitulo da resistência; entretanto, sobre tudo isto é indispensável revestir-se nossa alma de caridade, que é amor sublime.
A nobreza de caráter, a confiança, a benevolência, a fé, a ciência, a penetração, os dons e as possibilidades são fios preciosos, mas o amor é o tear divino que os entrelaçará, tecendo a túnica da perfeição espiritual.
A disciplina e a educação, a escola e a cultura, o esforço e a obra, são flores e frutos na árvore da vida, todavia, o amor é a raiz eterna.
Mas, como amaremos no serviço diário?
Renovemo-nos no espírito do Senhor e compreendamos os nossos semelhantes.
Auxiliemos em silêncio, entendendo a situação de cada um, temperando a bondade com a energia, e a fraternidade com a justiça.
Ouçamos a sugestão do amor, a cada passo, na senda evolutiva.
Quem ama, compreende; e quem compreende, trabalha pelo mundo melhor.

Do livro Vinha de Luz
Emmanuel
Por Francisco Cândido Xavier
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Mais sobre Chico Xavier
Caminhos de Urantia
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-
Portal do Espírito
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1.2.08

Krishnamurti - pensamentos (1)

(Palavras do Mestre a Krishnamurti)
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Tolerância
Deveis sentir perfeita tolerância por todos, e um sincero interesse pelas crenças dos de outra religião, tanto quanto pelas tuas próprias. Pois a religião dos outros é um Caminho para o Supremo, da mesma forma que a tua. E para auxiliar a todos é preciso tudo compreender.
Mas a fim de alcançar esta perfeita tolerância, deves tu próprio, em primeiro lugar, libertar-te da superstição e da beatice. Precisas aprender que não há cerimônias indispensáveis; de outro modo te suporias um pouco melhor do que aqueles que as não cumprem. Não condenes, porém, os que ainda se apegam às cerimónias. Deixa-os fazer o que lhes aprouver, contando que se não intrometam no que concerne a ti que conheces a verdade - pois não devem tentar forçar-te àquilo que já ultrapassaste. Sê indulgente com todos; sê benévole em tudo.
Agora que os teus olhos foram abertos, algumas das tuas antigas crenças e cerimónias podem parecer-te absurdas; talvez, na realidade, o sejam. Apesar, porém, de não poderes mais tomar parte nelas, respeita-as por amor às boas almas para quem elas são ainda importantes. Têm o seu lugar e a sua utilidade; assemelham-se às duplas linhas que, quando criança, te guiavam para escreveres em linha reta e na mesma altura, até que aprendestes a escrever muito melhor e mais livremente sem elas. Houve tempo em que delas necessitaste; esse tempo , porém, já passou.
Um grande instrutor escreveu certa vez: ''Quando eu era criança, falava como criança, entendia como criança; porém, quando me tornei homem, abandonei os modos infantis''. No entanto, aquele que esqueceu sua infância e perdeu a simpatia pelas crianças, não é o homem que as possa instruir e ajudar. Assim, olha a todos bondosamente, gentilmente, tolerantemente; porém , a todos da mesma forma, quer sejam budistas, jainistas, judeus, cristãos ou maometanos.
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Krishnamurti (Alcione)
Do Livro : ''Aos Pés do Mestre'' pag.30, 31
Editora Pensamento

Madre Teresa - A Solidão , Uma Doença Incurável


A Solidão, Uma Doença Incurável
Foram inventados medicamentos para toda a espécie de doenças. Há, porém, uma que continua a desafiar a ciência, e para a qual ainda se não encontrou remédio: a solidão, que é a doença daqueles que não se sentem amados, que são esquecidos ou marginalizados.
Foram tantas as vezes em que a Madre falou desta doença que transcrever todas as suas palavras daria um grosso volume.
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Recordemos algumas apenas:
''Uma vez ia eu pelas ruas de Londres. De repente surgiu perante mim um homem curvado sobre si, num canto, com aspecto de estar só e abandonado. Pediu-me que me abeirasse dele. Acerquei-me, tomei-lhe a mão que apertei - tenho as mãos sempre quentes. Então, ele olhou-me bem e disse com grande emoção: 'Há tanto tempo, que não sentia o calor de uma mão amiga. Há tanto tempo''. De repente, seus olhos brilharam e ergueu-se. Apenas o calor de uma mão amiga, apenas ele, foi suficiente para produzir um raio de alegria e de esperança na sua vida.
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Fiquei surpreendida, contava-me a Madre noutra altura, quando tive provas de que no Ocidente uma grande quantidade de moços e moças se entregavam à droga e tentei uma explicação. Porquê? E eis a resposta que me surgiu: a solidão. Não há pessoas em casa para os receber. Pais e mães estão demasiado ocupados e não têm tempo para lhes dar. Os filhos regressam à rua e vêm-se logo envolvidos num meio que pode levar à droga.
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É um facto: esta mulher extraordinária, está obcecada pela pobreza material que afecta milhões de irmãos nossos. Mas está ainda mais preocupada com a miséria espiritual que se está apoderando de grande parte da Humanidade.
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'' Para a tuberculose, diz, tenho remédio, para a lepra, há medicamentos; mas para o homem que sofre de solidão, para o que se sente ofendido e mal-amado, ainda não encontrei remédio''.
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E concluiu com outro testemunho eloquente:
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'' Há no mundo muita dor, quanta dor! Dor que tem origem na fome, na falta de abrigo, em toda a espécie de doenças, mas estou convencida de que o sofrimento mais grave, a pobreza mais dolorosa provém da solidão, da rejeição, da falta de alguém com quem possa verdadeiramente contar. Pouco a pouco fui-me convencendo de que o facto de alguém se sentir mal-amado é a doença mais grave que um ser humano pode experimentar na sua vida''.
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Do Livro '' Teresa de Calcutá Profeta da Paz' pag 112
Pedro Arribas Sánchez
Editora Ulmeiro

Sathya Sai Baba - pensamento (1)

PENSAMENTO

Não permita que a fé vacile quando o fracasso vier à sua porta.

Considere-o como um novo desafio e vença-o.

Sua fé não deve ser como sua respiração, que entra e sai a cada instante.

Faça com que sua fé seja firme, sem alternância entre entradas e saídas.

Se a fé estiver em um fluxo contínuo, então a Graça será derramada sobre você como um fluxo pleno e incessante.

Deus está com você em todas as etapas e em todas as situações.

Ame-O das profundezas do seu coração.

Tome refúgio Nele, pois Ele definitivamente o protegerá.

É dito que "como é o sentimento, assim será o resultado" ("Yad Bhaavam Tad Bhavathi").

Deus virá em seu socorro se tiver fé absoluta Nele.

SATHYA SAI BABA

http://www.sathyasai.org.br/

http://eterno.caminhante.googlepages.com/


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Koans e contos Zen (1)



2.Uma Parábola


Certa vez, disse o Buddha uma parábola:
Um homem viajando em um campo encontrou um tigre. Ele correu, o tigre em seu encalço. Aproximando-se de um precipício, tomou as raízes expostas de uma vinha selvagem em suas mãos e pendurou-se precipitadamente abaixo, na beira do abismo. O tigre o farejava acima. Tremendo, o homem olhou para baixo e viu, no fundo do precipício, outro tigre a esperá-lo. Apenas a vinha o sustinha.
Mas ao olhar para a planta, viu dois ratos, um negro e outro branco, roendo aos poucos sua raiz. Neste momento seus olhos perceberam um belo morango vicejando perto. Segurando a vinha com uma mão, ele pegou o morango com a outra e o comeu.
"Que delícia!", ele disse.



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Dalai Lama - pensamentos (1)

A Humanidade
Para Saber como amar os outros é necessário em primeiro lugar compreender o que significa amar-se a si mesmo. O altruísmo não significa simplesmente esquecermo-nos de nós próprios. Trata-se acima de tudo de refrear os sentimentos egoístas que nos conduzem à exploração dos outros, ou que fazem com que os tratemos mal. De um modo geral, o facto de não gostarmos de nós mesmos, de nos detestarmos, é absoltamente negativo. Uma tal disposição parece-me extremamente lamentável e não pode conduzir a nada de bom.
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Dalai Lama
Do livro 'Sabedoria do Dalai Lama', pag.78
Editora Pergaminho

Huberto Rohden - Fechar o circuito



Fechar o circuito

Se o circuito elétrico não for completo, da usina e para a usina, a lâmpada não acende, não importa o ponto onde a corrente esteja interrompida. Para haver luz , fôrça ou calor, a lei cósmica exige que o misterioso fluído tenha circuito completo, ida e volta.

Assim, se alguém só quer receber, e não quer dar, devolvendo à usina divina o que dela recebeu, interrompe o fluxo contínuo - e sua vida fica sem luz, fôrça e calor. Feche, pois, o circuito dos dons divinos, distribuindo-os aos homens o que de Deus recebeu; porquanto, ''o que fizerdes a um dêsses meus irmãos mais pequeninos, a mim é que o fazeis''.

Huberto Rohden

Livro : 'Ídolos ou Ideal''

Livraria Freitas Bastos

Madre Teresa - Uma oração

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Um Jornalista pergunta a Madre Teresa: 'Pode ensinar-nos uma oração para o Ano Mariano?'


Madre Teresa responde: Sim. '' Maria, mãe de Jesus, dá-nos o teu coração tão formoso e imaculado - o teu coração tão cheio de amor e de humanidade, para que nós possamos receber o pão da vida, amá-lo como tu o amas e servi-lo como tu o serves, oculto nos mais pobres de entre os pobres. Amém.''


Do Livro ''Teresa De Calcutá Profeta da Paz ''
Pedro Arribas Sánchez
Editora Ulmeiro
http://www.ulmeiro.com/

29.1.08

Lobsang Rampa - Carma e Dharma



Do Livro: A SABEDORIA DOS LAMAS
LOBSANG RAMPA


CARMA: Esta é uma lei antiga, pela qual muitas pessoas do mundo oriental regulam suas vidas. É uma lei ótima, desde que usada com senso comum.

Vamos a uma loja e compramos muitas mercadorias. Se tivermos sorte, poderemos pô-las "na conta", mas compramos esses artigos, e eles terão de ser pagos em algum momento, pois não os recebemos de graça.

Percorremos vida após vida, fazendo coisas das quais, nas horas calmas do amanhecer, nós nos arrependemos, coisas das quais nos envergonhamos quando estamos a sós e podemos pensar a respeito, fazemos coisas que podem prejudicar outras pessoas. Bem, é uma pena, porque assim como plantamos, colheremos.

Do mesmo modo, devemos fazer o bem aos outros. "Atira teu pão às águas, e ele te será devolvido". Infelizmente, quando o devolvem, pode estar um pouco encharcado, mas não é isto que queremos dizer. Façamos o bem aos outros, e quanto mais bem fizermos, tanto mais nos será feito.

Se você veio à Terra e passa momentos horríveis, isso significa que está recebendo a retribuição, por ter proporcionado a outras pessoas momentos horríveis em outra vida. Quando você chegar àquele estágio feliz, muito feliz, no qual estará vivendo sua última vida sobre a Terra, certamente passará momentos horríveis, porque terá de saldar todas as dívidas. Exatamente quando estiver pronto a mudar-se para outro bairro, procurará o açougueiro, o padeiro e o fabricante de castiçais (ou deve procurá-los se for honesto), e pagará o que deve aos mesmos. Se você for otimista, procurará receber dinheiro que lhe devem, mas isso é assunto diferente. A lei do Carma determina: faça como gostaria que lhe fizessem, porque você terá de pagar o bem, tanto quanto o mal.


A minha crença pessoal é que uma adoção demasiadamente rígida da lei da encarnação e da lei do Carma pode ter sido responsável pela degeneração da Índia e China porque, tanto na Índia quanto na China, as pessoas costumavam sentar-se debaixo das árvores e dizer: "Ah! E daí? Tenho muitas outras vidas diante de mim, vou ficar sentado como o Touro Ferdinando a cheirar as flores nesta vida". E assim a coisa descambou para a preguiça.

Quanto à China — eu pessoalmente vi o seguinte: um homem caiu em um rio e estava a afogar-se, sem dúvida alguma. Nenhum dos chineses se mostrou sequer remotamente interessado no caso; posteriormente, foi-lhes indagado porque nada haviam feito para salvar o homem que se afogava. A resposta que deram foi no sentido de que se houvessem salvo aquele homem DE SEU CARMA, teriam ficado com o Carma dele para si, além dos seus próprios: Assim é que uma obediência por demais rígida cria a insensibilidade aparente. É preciso adotar o antigo e bom Caminho Budista — nem mau demais, porque a polícia nos perseguirá, nem bom demais (coisa impossível nesta Terra!), porque seremos puros demais para continuarmos aqui. O Caminho do Meio, em todas as coisas.
************************************************
DHARMA: Esta palavra pode indicar o mérito, a boa moral, a virtude, a verdade ou um modo de vida. Seu sentido verdadeiro, no entanto, é "aquilo que contém tua verdadeira natureza".

Isso significa que se deve adotar um modo de vida e mantê-lo, sem resvalar dos padrões elevados que se tenha colimado anteriormente.

No budismo, Dharma significa seguir a Nobre Trilha Óctupla.

26.1.08

As Seis Jóias da Mente - Annie Besant

No Livro 'O Aprefeiçoamento do Homem' de Annie Besant
pag: 75, 76,77

As Seis jóias Ou Qualidades Da Mente

1º Domínio da mente; fixá-la até convertê-la no instrumento de purificação do caráter.
2º A virtude da tolerância e respeito ao sentir e pensar dos outros.
3º O domínio da ação e das provas para esgotar mais rápidamente o Carma pessoal.
4º O perfeito equilíbrio, ou a serenidade no bom senso para compreender imparcialmente.
5º A fé derivada do conhecimento e segurança nas verdades compreendidas.
6º O desejo de liberação, a vontade de alcançá-la para ajudar os demais.

~~~~~~~~
As seis jóias que já vos falei: Dominio da Mente, afastando-a de tudo o que é daninho e usando-a para tudo o que é bom. E o domínio da mente é necessário na Senda, porque devemos modelar nossa mente de tal maneira que ela não possa ser sacudida por nenhum meio nem perturbada por nada do que o mundo externo chama perturbação, como sejam: perda de amigos e de fortuna, a calunia, desonra. De tudo o que causa transtorno em vossa vida mundana o Mestre disse: ''Isto nada vale''. Porém, quão poucos são os que podem reconhecer esta grande verdade! São os frutos de pensamentos, desejos e ações do passado, o carma gerado no passado, e, até que seja esgotado, não podemos ser utilizados na obra do Mestre. Portanto, cabe-nos dominar a mente sem pensar no mal, de modo a mantê-la tão radiante e alegre quão tranquila.
Não deveis sentir abatimento, porque isso engendra ao vosso redor uma atmosfera que leva sofrimento aos demais; vosso trabalho deve consistir em aumentar a felicidade do mundo, e não em fomentar suas misérias. Se estiverdes abatido, o Mestre não poderá utilizar-vos para ensinar Sua Vida por vosso meio para ajudar vossos irmãos. A depressão é como um dique levantado no meio da corrente, para impedir que suas águas sigam o livre curso; não deveis pôr obstáculos à vida do Mestre, que flui através do discípulo, senão privais de Suas bênçãos e alegrias os corações dos homens. Dominais o pensamento e também a ação, e agi tanto quanto possível de acôrdo com o justo, o bom e o benevolente.
-
Deveis também desenvolver a grande virtude da Tolerância, que sói ser tão rara entre vós. Deveis estudar - disse o Mestre - as religiões dos demais, para habilitar-vos a ajudá-los , o que não poderieis fazer de outra maneira. O juizo do mundo condena isto e não o aprova. Quantas vêzes já ouvi, críticas dirigidas a mim, dizendo: ''Oh! Mrs. Besant fala como um hindu na Índia e como cristã na Inglaterra''. Como poderia então falar de outro modo? Falar de hinduismo aos cristãos não os ajudaria. Falar de cristianismo aos hindus e budistas, lhes ocultaria grandes verdades. Nosso dever é aprender para ajudar, e só se pode conquistar os corações dos homens por simpatia, quando puderdes falar de seus pontos de vista, em lugar de vos manterdes obstinadamente nos vossos. Êste é o grande distintivo de quem é verdadeiramente tolerante, porque pode ver as coisas do ponto de vista dos outros, e falar de tal modo que seja útil para ajudá-los.
-
Também deveis aprender a Paciência, para resistir às provas de que já tenho falado, provas que cairão sobre vós como granizos, a fim de que vosso carma seja esgotado mais rápidamente e assim vos capacite a servir. Recebei essas provas como uma honra, não como um castigo; são indícios de que os grandes Senhores do Carma ouviram vossa súplica por um progresso mais acelerado, e estão precipitando vossos carmas do passado para os extinguirdes, e portanto atenderam vossos rogos. Cabe-vos permanecer alegres e não com rosto descontente e angustioso; cabe-vos imitar os antigos mártires que sorriam diante do fogo, considerando-o como um carro de triunfo chegado para condúzi-los até o Senhor.
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Também deveis aprender a Perseverança, que significa unidade de direção, e que os hindus e budistas chamam Equilíbrio. Perseverança na obra do Mestre com um equilíbrio tal que nada vos possa tirar dela. Como a bússula aponta sempre para o pólo e a ele retorna toda vez que algo a force a desviar-se, assim deve ser a vossa vontade dirigir-se invariàvelmente para a meta da divina Vontade, que é a perfeição humana que estais vos esforçando por atingir.
-
A última das seis jóias é a Fé ou Confiança em vosso Instrutor e em vós mesmos. Mas diz o Mestre: ''Acaso o homem responderá: Confiar em mim? Eu me conheço demasiado bem para poder confiar em mim''. Mas o Mestre responderá: ''Não, vós não vos conheceis ; só conheceis a casca que vos oculta, porque o EU está na fortaleza inexpugnável que nunca pode ser abalada nem destruida. Assim, as seis jóias da mente vão aparecendo gradualmente para que nos últimos anos sejam melhor modeladas, e com o objectivo de que sejam reconhecidas no caráter. E então, oh! então, resta a última das qualidades, a mais dura de todas e que desperta maior oposição na mente de muitos. O hindu e o budista a chamam Desejo de Libertação; o Mestre a chama União com o Supremo, e como o Supremo é Amor, o Mestre a traduz por esse Amor vivido entre os homens. E ao tratar Ele de grande virtude do amor, que é o cumprimento da lei, assinala três vícios que são crimes contra o amor e que, portanto, devem ser evitados pelo discípulo. O primeiro é a maledicência, o segundo é a crueldade, e o terceiro, a superstição. São estes, disse ÊLe, os piores crimes contra o amor.

24.1.08

Láhiri Mahásaya - por Paramahansa Yogananda

Láhiri Mahásaya
No Livro Autobiografia de um Iogue de Paramahansa Yogananda está escrito sobre Láhiri Mahásaya, pag 22, 23 e 24:
-
''Láhiri Mahásaya deixou este mundo pouco depois de eu nele haver entrado. Seu retrato, em moldura ornamentada, sempre permaneceu no altar de nossa família, nas várias cidades para onde meu pai era transferido por necessidade de serviço. Muitas manhãs e muitas noites nos encontraram, à minha mãe e a mim, em meditação ante o improvisado altar, oferecendo flores aromatizadas com pasta de sândalo. Juntando incenso e mirra às nossas devoções honrávamos a Divindade que se manifestara com plenitude em Láhiri Mahásaya.
Sua fotografia teve influência em minha vida. À medida que eu crescia, o pensamento focalizado no mestre crescia comigo. Em meditação, eu via com frequência sua imagem fotográfica destacar-se da pequena moldura e, assumindo forma vivente, sentar-se diante de mim. Quando eu tentava tocar os pés de seu corpo luminoso, ele voltava a se transformar em fotografia. No período de transição da infância para a adolescência, aconteceu que Láhiri Mahásaya deixou de ser a imagenzinha exterior encerrada em moldura, para surgir em minha própria mente, convertido e ampliado em presença vívida e luminosa. Em momentos de prova e confusão, eu costumava invocá-lo numa prece, encontrando em meu interior, sua orientação consoladora.
A princípio, eu me afligia por não o ter mais neste mundo, em seu corpo físico. Quando comecei a descobrir sua secreta onipresença, já não volvi a me lamentar. Ele escreveu, amiúde, a todo discípulo demasiado ansioso em visitá-lo: ''Porque vir me contemplar em carne e osso, quando estou sempre dentro do raio de visão de seu Kutástha (olho espiritual)?''
Aos oito anos de idade aproximadamente, conheci a bênção de uma cura maravilhosa, graças ao retrato de Láhiri Mahásaya. Esta experiência intensificou meu amor. Enquanto residia em nossa grande propriedade familiar de Ichapur, em Bengala, contraí o cólera asiático. Fui desenganado pelos médicos; estes nada mais podiam fazer. Ao lado de meu leito, mamãe impeliu-me freneticamente a olhar a fotografia de Láhiri Mahásaya, presa à parede, acima de minha cabeça.
-Curve-se diante dele, mentalmente! - Ela sabia que a excessiva fraqueza me impedia até mesmo de erguer as mãos para saudá-lo.
-Se oferecer sua devoção e ajoelhar interiormente diante dele, sua vida será salva!
Olhei fixamente a fotografia e contemplei uma luz cegadora que envolvia meu corpo e o quarto inteiro. Minha náusea e outros sintomas incontroláveis desapareceram; eu estava curado. Imediatamente me senti bastante forte para inclinar-me e tocar os pés de minha mãe num gesto de reconhecimento pela fé incomensurável que ela demonstrara ter em seu guru. Minha mãe comprimia a cabeça repetidas vezes contra o pequeno retrato: - Ó Mestre Onipresente, agradeço-Te por Tua luz ter curado meu filho!
Compreendi que ela também havia testemunhado o resplendor deslumbrante através do qual me recobrei instantaneamente de uma doença fatal.
Um de meus bens mais preciosos é essa fotografia. Oferecida a meu pai pelo próprio Láhiri Mahásaya, ela irradia uma santa vibração. Este retrato teve origem miraculosa. Ouvi a história contada por Káli Kumar Roy, condiscípulo espiritual de meu pai.
Parece que Láhiri tinha aversão a ser fotografado. Não obstante seus protestos, tirou-se um retrato do mestre com um grupo de devotos, entre os quais Káli Kumar Roy. Surprendido, o fotógrafo descobriu que a chapa , na qual se divisavam claramente as imagens de todos os discípulos, apenas revelava um espaço vazio no centro, onde ele esperava que aparecesse a figura de Láhiri Mahásaya. O fenômeno foi amplamente comentado e discutido.
Certo estudante , fotografo perito, Ganga Dhar Babu, jactou-se de que a fugitiva imagem não lhe escaparia. Na manhã seguinte, quando o guru se colocava em posição de lótus, num assento de madeira com um biombo por trás, Ganga Dhar Babu chegou com seu equipamento. Tomando todas as precauções para o sucesso, tirou sofregamente doze fotografias. Em cada uma encontrou a impressão do assento de madeira com o biombo, mas a figura do mestre novamente havia sumido.
Em lágrimas e com o orgulho despedaçado, Ganga Dhar Babu procurou seu guru. Passaram-se muitas horas antes que Láhiri Mahásaya quebrasse o silêncio com um significativo comentário:
- Eu sou espírito. Pode a sua câmara fotográfica refletir o Invisível Onipresente?
-Vejo que é impossível! Mas, santo senhor, desejo ardentemente um retrato desse templo corpóreo. Minha visão era estreita: até hoje eu não tivera consciência que nele o Espírito habita em plenitude.
-Regresse, então, amanhã cedo. Posarei para você.
O fotógrafo novamente focalizou sua máquina. Desta vez, a sagrada figura não se cobriu de imperceptibilidade misteriosa; apareceu, nítida, na chapa. O mestre jamais posou para outro retrato; pelo menos, nunca vi outro.
A fotografia é reproduzida neste livro (Autobiografia de um Iogue. Imagem acima.)
Os traços fisionômicos de Láhiri Mahásaya, de casta universal, dificilmente sugerem a raça a que ele pertencia. O intenso deleite de sua comunhão com Deus é levemente denunciado pelo sorriso enigmático. seus olhos, semi-abertos, indicam um interesse nominal pelo mundo externo e, ao mesmo tempo, semicerrados, revelam sua absorção na beatitude interior. Alheio aos míseros atrativos da Terra, estava sempre desperto para atender generosamente aos problemas espirituais dos que o procuravam.
Pouco depois de minha cura, graças à luz que se projectou através da fotografia de Láhiri Mahásaya, tive uma visão de grande influência espiritual. Sentado em meu leito, certa manhã, absorvi-me em profunda concentração.
-Que há por detrás da obscuridade dos olhos? - Este pensamento inquiridor me avassalou a mente. Imensa luz manifestou-se instantaneamente em minha visão interna. Divinas figuras de santos, sentados em posição de lótus, em cavernas de montanhas, alinhavam-se , como imagens de um filme em miniatura, na grande tela de radiações surgida no interior de minha testa.
- Quem sois? - perguntei em voz alta.
_Somos iogues do Himalaia - É difícil descrever a resposta celestial; meu coração, estremecido, inundou-se de beatitude.
-Ah, como anseio ir ao Himalaia e tornar-me um de vós! - A visão desapareceu, mas seus raios prateados expandiram-se em circulos cada vez maiores , até ao infinito.
- Que maravilhoso esplendor é este?
-Eu sou Iswara. Eu sou Luz! - A voz se parecia a nuvens murmurantes.
-Quero unir-me a Ti!
Do lento desvanecer-se de meu divino êxtase, ficou-me a herança de uma permanente inspiração para buscar a Deus. ''Ele é Alegria eterna, sempre renovada!'' Esta lembrança perdurou muito após o dia do místico rapto.
.........
Do livro 'Autobiografia de um Iogue', paginas 22, 23, e 24.
Paramahansa Yogananda

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Adorei ler este livro.
Agradeço imensamente a Yogananda por ter partilhado estas vivencias .

Babaji - Mahávatár (Grande Avatar)


Bábají


Babájí foi o mestre de Láhiri Mahásaya


Láhiri Mahásaya
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* O estado espiritual de Bábají está além da compreensão humana. A raquítica visão do homem não pode penetrar através de sua estrela transcendental. Procura-se em vão imaginar o alcance de um avatar. É inconcebível.

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* A missão de Bábají na Índia tem sido a de dar assistência aos profetas na execução das tarefas específicas que a vontade divina lhes atribui. Qualifica-se, assim, como aquele que as escrituras chamam de Mahávatár (Grande Avatar).

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* Sempre que se pronuncie com veneração o nome de Bábají - disse Láhiri Mahásaya - o devoto atrai uma bênção espiritual espontânea.

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* Láhiri Mahásaya disse: Bábaji foi escolhido por Deus para permanecer em seu corpo; enquanto durar este ciclo do mundo. As eras hão de vir e de findar. O mestre imortal, porém, contemplando o drama dos séculos, sempre estará presente no palco terrestre.

-

* Bábají disse a Láhiri Mahásaya: ''Os gritos de muitos homens e mulheres desnorteados neste mundo sensibilizaram os ouvidos das Grandes Almas . Você foi o escolhido para brindar consolo espiritual através de Krya Yoga a numerosas criaturas que buscam Deus sinceramente. A milhões de seres sobrecarregados por laços familiares e pesados deveres mundanos, você inspirará nova coragem, quando virem em você um chefe de família como eles. Você deve levá-los a compreender que as mais elevadas conquistas iogues não estão proibidas ao homem de família. Mesmo levando vida mundana, o iogue que fielmente cumpre suas responsabilidades, sem apego ou motivação pessoal, trilha firmemente o caminho da iluminação. ''

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-


Paramahansa Yogananda
Do Livro 'Autobiografia de um Yogue'
Summus editorial

***


Paramahansa Yogananda

***
http://www.yogananda.com.br/

http://www.yogananda-srf.org/

Pensamentos - Omraam Mikhaël Aïvanhov (3)


"A meditação é uma actividade que nos coloca na fronteira entre dois mundos: um que está acima de nós e outro que está abaixo de nós; e, a partir dessa região intermédia que ocupamos, pelo pensamento nós colocamos em movimento elementos, forças, entidades.
Aquele que medita não é, pois, um ser passivo, mas um ser actuante: pelo seu pensamento, ele pode construir ou destruir, organizar as coisas ou perturbá-las; e, se não estiver esclarecido, se não for inteligente, é evidente que perturbará mais do que arranja. Quer o saiba, quer não, fisicamente, quimicamente, ele está a deslocar forças e elementos para o bem ou para o mal, para a construção ou para a destruição. Então, atenção ao estado em que vos encontrais no momento em que decidis meditar: esforçai-vos sempre por dar um objectivo luminoso ao trabalho que executais pelo pensamento."
-
obras de Omraam Mikhaël Aïvanhov: www.prosveta.com

Pensamentos - Annie Besant (2)

Crescemos Quando Ofertamos
Na verdade , neste mundo de leis, onde a ação e reação se equivalem, toda ajuda volta a quem a fez, como a bola atirada contra uma parede volta para a mão de quem a atirou. O que damos volta para nós; assim, mesmo por motivos egoísticos, é bom dar, e dar com abundância: ''Atira o teu pão à água e irás encontrá-lo depois de muito tempo.'' Dar, mesmo por motivos egoísticos é bom, porque leva a um intercâmbio de sentimentos humanos úteis, pelos quais tanto quem dá como quem recebe cresce e se expande, de forma que o Divino, dentro de cada um, tem oportunidade de se expressar mais amplamente. Mesmo que a doação, de início, seja coisa interesseira, ''quem dá aos pobres empresta a Deus'' e vê que o que ele deu lhe será novamente pago - ainda assim, aos poucos , o amor invocado fará com que as dádivas futuras sejam espontâneas e isentas de egoísmo.
Assim, os laços kármicos ligam ego a ego, em longas séries de vidas humanas. Todos os laços pessoais, sejam eles de amor ou de ódio, crescem, vindo do passado, e em cada vida fortalecemos os laços que nos ligam aos nossos amigos e garantem nosso retorno juntos, nas vidas que temos pela frente. É assim que formamos uma verdadeira família. Independentemente dos laços de sangue, e voltamos à Terra muitas e muitas vezes, para ligar mais apertadamente os antigos vínculos.
.
Annie Besant
-
Do Livro ''Um estudo Sobre o Karma''
Editora Pensamento

Pensamentos - Annie Besant (1)


Os Mestres
Introdução
-
A imagem dos Mestres, os Irmãos mais Velhos da Humanidade, sempre produz uma emoção à alma humana e quaisquer palavras a respeito deles são acolhidas com avidez e prazer. A idéia de haver qualquer coisa ilógica na concepção desses Seres notáveis, desses Homens aperfeiçoados, está praticamente extinta no Ocidente, como se nunca tivesse existido. Compreende-se, agora, que a existência de tais Seres é natural e que, dada a evolução, tais produtos superiores são uma necessidade natural. Muitos estão começando a encontrar nas grandes figuras do passado uma evidência de que tais Homens existem, e como o bom senso os reconhece no passado, cresce a esperança de encontrá-los no presente.
Além disso, há cada vez mais pessoas entre nós, tanto no Oriente como no Ocidente, que conseguiram encontrar os Mestres; assim sendo, qualquer dúvida a respeito de sua existência foi para sempre dissipada de suas mentes. O Caminho até eles está aberto, e aqueles que procuram encontrarão.
Que este livrinho possa estimular em alguns a busca por esses Mestres notáveis. Eu, que os conheço, não posso prestar serviço maior a meus irmãos do que incitá-los a iniciarem uma busca que lhes proporcionará uma recompensa indescritível
...
Do Livro ''Os Mestres''
Annie Besant
Editora Pensamento

Pensamentos - Madre Teresa (2)


Madre Teresa de Calcutá

Oração

***A oração far-nos-á ter um coração puro. E um coração puro é capaz de ver a Deus. Se descobrimos Deus, seremos capazes de amar, de amar não com palavras, mas com obras.

*** Na realidade, a oração é só uma, a oração substancial: é o próprio Cristo. Muitas vezes as nossas orações não produzem efeito porque não fixamos o nosso espírito e o nosso coração em Cristo, por Quem as nossas orações sobem até Deus.

*** Um ferveroso e confiante olhar para Cristo pode transformar-se na mais fervorosa oração: 'Olho para Ele e Ele olha para mim' - eis a mais perfeita oração.

Do livro '365 Dias com Madre Teresa '
Equipa Paulista

Pensamentos - Omraam Mikhaël Aïvanhov (2)

"Vou contar-vos uma história que eu ouvi há muito tempo. Uns Iniciados enviaram os seus discípulos para uma ilha deserta para eles desbravarem o terreno e o tornarem produtivo. E disseram-lhes: «Quando tiverdes terminado a vossa tarefa, um sino anunciar-vos-á a nossa chegada.» Os discípulos puseram-se imediatamente a trabalhar, e em breve a ilha se tornou um verdadeiro paraíso. Ora, o sino não tocava. Eles fizeram outros trabalhos, mas continuavam a não ouvir nada. Reflectiram durante muito tempo e, subitamente, jorrou a luz: eles não tinham pensado em construir um altar para a Divindade. Empreenderam imediatamente a sua construção... No instante em que ele foi terminado, o sino tocou, os Iniciados chegaram com solenidade e colocaram na fronte dos discípulos um pentagrama luminoso, símbolo das virtudes espirituais.
Este relato ensina-nos que, quaisquer que sejam as suas realizações na terra, o homem só termina a sua tarefa quando tiver construído em si próprio o altar do Senhor, isto é, quando tiver conseguido manifestar as cinco virtudes do pentagrama: o amor, a sabedoria, a verdade, a bondade e a justiça."

obras de Omraam Mikhaël Aïvanhov:
http://www.prosveta.com/

23.1.08

Lobsang Rampa - Pensamentos (3)

Lobsang Rampa
* O medo corroi a alma.
* Para o puro todas as coisas são puras.
* Não são dados ao homem mais encargos do que ele pode suportar.
*É triste que as pessoas condenem aquilo que não compreendem.

*O mestre sempre vem, quando o estudante está pronto.
* Deixe sua consciência ser o seu guia.

*Há uma lei oculta que diz que não se pode receber sem primeiro dispor-se a dar.

*Todo casal poderia viver com exito, desde que aprendesse essa lição de dar e receber.
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~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Livros de Lobsang Rampa:
A Terceira Visão (The Third Eye, 1956)
Minha Visita a Vênus (My Visit to Venus, 1957)
O Médico de Lhasa (Doctor from Lhasa, 1959)
Entre os Monges do Tibete (The Rampa Story, 1960)
A Caverna dos Antigos (Cave of the Ancients, 1963)
Minha Vida com o Lama (Living with the Lama, 1964)
Você e a Eternidade (You Forever, 1965)
A Sabedoria dos Lamas (Wisdom of the Ancients, 1965)
O Manto Amarelo (The Saffron Robe, 1966)
Capítulos da Vida (Chapters of Life, 1967)
Alem do 1o Decimo (Beyond The Tenth, 1969)
A Chama Sagrada (Feeding the Flame, 1971)
O Eremita (The Hermit, 1971)
A Décima Terceira Vela (The Thirteenth Candle, 1972)
Luz de Vela (Candlelight, 1973)
O Sol Poente (Twilight, 1975)
Foi Assim! (As It Was, 1976)
A Fé Que Me Guia (I Believe, 1976)
Três Vidas (Three Lives, 1977)
O Sabio do Tibete (Tibetan Sage, 1980)

22.1.08

Pensamentos - Rumi - poeta sufi (1)



Existe uma força interior que te dá vida . Procura-A.
No teu corpo existe uma jóia preciosa. Procura-A.
Oh, sufi perambulante,
Se estás em busca do maior dos tesouros,
Não procures no exterior,
Olha para dentro e procura-A

............................................................................................................................
Descida
- Nasrudin, como caíste do burro?

- Não estive mal. Eu ia descer, de qualquer maneira.
......................................................................................................
Excelente site de poesias sufis
http://www.sertaodoperi.com.br/poesiasufi/index.htm

...

21.1.08

Pensamentos - Omraam Mikhaël Aïvanhov (1)

Omraam Mikhaël Aïvanhov


"Nós temos uma certa aparência física que faz com que nos
reconheçam como fulano ou beltrano: diante de certas formas
físicas, não é possível haver engano. Mas, interiormente, nós
temos a faculdade de nos identificar com tudo o que existe e,
aliás, é o que fazemos mais ou menos inconscientemente ao longo
de todo um dia: há algo em nós que, por mimetismo, não pára de
se identificar com tudo o que tocamos, vemos, escutamos.
Portanto, é preciso estar vigilante!
Todos os dias nós devemos parar por alguns instantes para
procurarmos perceber a quem ou a quê estamos a identificar-nos,
pois, mais cedo ou mais tarde, tornar-nos-emos os seres e as
coisas com que nos identificamos. Uma vez que Jesus disse: «Vós
sois a luz do mundo», é com a luz que nós devemos
identificar-nos para um dia nos tornarmos, realmente, essa luz."

Omraam Mikhaël Aïvanhov


http://www.prosveta.com

Pensamentos - Madre Teresa (1)

*** Descobri a raiz de toda a alegria: a oração.

***A alegria é para nós uma necessidade e uma força, também do ponto de vista físico. Uma pessoa que tiver um espírito alegre, cansa-se menos e está sempre disposta a continuar a fazer o bem.

***A alegria suscita alegria.Madre Teresa de Calcutá


Do livro '365 Dias com Madre Teresa
'Equipa Paulista

Lobsang Rampa - Pensamentos (2)



Retribua o mal com o bem, sem recear homem algum, e sem recear qualquer ação humana, pois ao pagar o mal com o bem, e por fazer o bem em todos os momentos, progredimos para cima e nunca para baixo.


Lobsang Rampa



Lobsang Rampa - Pensamentos (1)

Quanto mais se aprende, mais se precisa aprender.

Lobsang Rampa
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