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1.10.09

André Luiz - Nosso Lar - por Francisco Candido Xavier

livro auditivo (audiobook) do livro “Nosso Lar” de André Luiz
psicografado por Chico Xavier



http://www.youtube.com/watch?v=GYXz2cWbIOY

O audiobook está dividido em 25 capítulos, e cada parte poderá ser acessada através do YouTube, os endereços de acesso seguem abaixo:

Nosso Lar
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Download em MP3

Caso queira fazer o download do audiobook em MP3, por favor, acesse esse tópico:
http://grupoacaminhodaluz.blogspot.com/2008/10/audiobooks-em-mp3.html

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Mais um tesouro encontrado.
Minha gratidão a todos os que participaram nesta obra.

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5.8.09

Abençoa Também - Emmanuel por Francisco Cândido Xavier



Abençoa Também

Diante das vozes e dos braços que te amparam na enfermidade, coopera com os instrumentos da cura, abençoando a ti mesmo.
Em qualquer desajuste orgânico, não condenes o corpo.
O operário há de amar enternecidamente a máquina que o ajuda a viver, lubrificando-lhe as peças e harmonizando-lhe os implementos, se não deseja relegá-la à inutilidade e à secura.

*

Abençoa teu coração. É o pêndulo infatigável, marcando-te as dores e alegrias.
Abençoa teu cérebro. É o gabinete sensível do pensamento.
Abençoa teus olhos. São companheiros devotados na execução dos compromissos que a existência te confiou.
Abençoa teu estômago. É o servo que te alimenta.
Abençoa tuas mãos. São antenas no serviço que consegues realizar.
Abençoa teus pés. São apoios preciosos em que te sustentas.
Abençoa tuas faculdades genésicas. São forças da vida pelas quais recebeste no mundo o aconchego do lar e o carinho de mãe.

*

Eis que Deus te abençoa, a cada instante, no ar que respiras, no pão que te nutre, no remédio que refaz, na palavra que anima, no socorro que alivia, na oração que consola...
Junto das células doentes ou fatigadas, não empregues o fogo da tensão, nem o corrosivo do desespero.
Abençoa também.

Emmanuel por Francisco Cândido Xavier
Coragem . Por Espíritos Diversos. Uberaba, MG: CEC, 1988, cap. 25

http://www.bezerramenezes.org.br

Oração - Bezerra de Menezes


BIOGRAFIA

Nome: Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti.
Natural: Riacho do Sangue - CE
Nascimento: 29 de agosto de 1831
Desencarne: 11de abril de 1900
Profissão: Médico, Redatore político (vereador, prefeito, deputado e senador)

http://art24.com.br/estreladooriente

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Mais sobre Bezerra de Menezes
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bezerra_de_Menezes


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Oração - Bezerra de Menezes

Nós Te rogamos, Pai de Infinita Bondade e Justiça, as graças de Jesus Cristo, através de Bezerra de Menezes e suas legiões de companheiros. Que eles nos assistam, Senhor, consolando os aflitos, curando aqueles que se tornem merecedores, confortando aqueles que tiverem suas provas e expiações a passar, esclarecendo aos que desejarem conhecer a Verdade e assistindo a todos quanto apelam ao Teu Infinito Amor.

Jesus, Divino Portador da Graça e da Verdade, estende Tuas mãos dadivosas em socorro daqueles que Te reconhecem o Despenseiro Fiel e Prudente; faze-o Divino Modelo, através de Tuas legiões consoladoras, de Teus santos espíritos, a fim de que a Fé se eleve, a Esperança aumente, a Bondade se expanda e o Amor triunfe sobre todas as coisas.

Bezerra de Menezes, Apóstolo do Bem e da Paz, amigo dos humildes e dos enfermos, movimentai as tuas falanges amigas em benefício daqueles que sofrem, sejam males físicos ou espirituais. Santos espíritos, dignos obreiros do Senhor, derramai as graças e as curas sobre a humanidade sofredora, a fim de que as criaturas se tornem amigas da Paz e do Conhecimento, da Harmonia e do Perdão, semeando pelo mundo os Divinos Exemplos de Jesus Cristo.
.

Eu levo a vida cantando ai lili ai lili ai lou ♫ ♪ - A canção favorita de Francisco Cândido Xavier


♫ ♪
Eu vivo a vida cantando, ai lili, ai lili, ai lou
Por isso sempre contente estou, o que passou, passou
O mundo gira depressa, e nessas voltas eu vou
Cantando a canção tão feliz que diz
Ai lili, ai lili, ai lou
Por isso é que sempre contente estou bis
Ai lili, ai lili, ai lou

11.7.09

Omraam Mikhaël Aïvanhov - 5


''Vós só conseguis evoluir e desenvolver-vos verdadeiramente se trabalhardes de um modo consciente para formar um ambiente colectivo de harmonia, de amor, de paz, de luz, no qual todos respirarão e se alimentarão. Só um ambiente onde se pode sentir o amor e a harmonia, onde eles são palpáveis, pode trazer algo de bom a cada um. Mas, para serdes capazes de criar essa harmonia, vós deveis estabelecer relação com as forças puras e luminosas que circulam no espaço; enquanto não o conseguirdes, continuareis a estar expostos aos choques e aos acidentes do mundo físico e, sobretudo, aos choques e aos acidentes do mundo psíquico.
Portanto, o trabalho, o único trabalho que vale a pena, é pensardes dia e noite em vos harmonizardes com as forças cósmicas. Acabareis por sentir que aquilo que é negativo em vós está a deixar-vos e que contribuís mais para que a luz e a paz venham ao mundo."



obras de Omraam Mikhaël Aïvanhov: www.prosveta.com


14.6.09

Krishnamurti - A alegria de viver



A ALEGRIA DE VIVER

Já alguma vez cogitasses no por que muitas pessoas, ao se tornarem mais velhas, parecem perder toda a alegria de viver? No momento, a maioria de vós, que sois jovens, é relativamente feliz; tendes vossos pequenos problemas, vossas preocupações sobre os exames, mas, apesar dessas perturbações, há, em vossa vida, uma certa alegria, não é verdade? Há uma espontânea e natural aceitação da vida, uma visão das coisas despreocupada e feliz.

Mas, por que razão, ao nos tornarmos mais velhos, parecemos perder aquele ditoso pressentimento de algo transcendental, algo de mais significativo? Por que tantos de nós, ao alcançarmos a chamada maturidade, nos tornamos embotados, insensíveis à alegria, à beleza, ao céu sereno e às maravilhas da terra?

Quando urna pessoa faz a si própria esta pergunta, muitas explicações acodem-lhe ao espírito. Ternos muito interesse em nós mesmos - esta é unia delas. Lutamos para nos tornarmos alguém, para alcançarmos e conservarmos uma certa posição; temos filhos e outras responsabilidades, e ternos de ganhar dinheiro. Todas essas coisas que se agitam em nosso interior não tardam a deprimir-nos, e perdemos assim a alegria de viver. Vede os rostos dos mais velhos, de vosso círculo de conhecimentos, tristes que são, em maioria, e gastos, adoentados, reservados, alheados, não raro neuróticos, sem um sorriso. Não perguntais a vós mesmos por que são assim? E mesmo quando indagamos o porquê disso, a maioria de nós parece satisfazer-se com meras explicações.

Ontem de tarde vi um barco que subia o rio, de velas pandas, impelido pelo vento oeste. Era um barco grande e transportava pesada carga de lenha destinada à cidade. O sol se punha e a embarcação, desenhada contra o céu, mostrava singular beleza. O barqueiro só tinha de guiá-la; nenhum esforço era necessário, pois o vento fazia todo o trabalho. Analogamente, se cada um de nós compreendesse o problema da luta e do conflito, penso que poderíamos viver sem esforço, felizes, de rosto sorridente.

Para mim, é o esforço que nos destrói, esse lutar em que despendemos quase todos os momentos de nossa vida, Se observardes, ao redor de vós, as pessoas mais velhas, podereis ver que para quase todos a vida é uma série de batalhas consigo mesmos, com suas mulheres ou maridos, com seu próximo, com a sociedade; e essa luta incessante dissipa energia. O homem que vive alegre, verdadeiramente feliz, está livre de todo esforço. Viver sem esforço não significa tornar-se estagnado, embotado, estúpido; ao contrário, só os homens sensatos, altamente inteligentes, estão verdadeiramente livres do esforço e da luta.

Mas, quando ouvimos falar em viver sem esforço, queremos viver assim, desejamos alcançar um estado em que não haja luta nem conflito; tornamo-lo, pois, esse estado, nosso alvo, nosso ideal, e por ele lutamos; e desde esse momento perdemos a alegria de viver. Estamos de novo empenhados em esforço, luta. O objeto da luta varia, mas toda luta é essencialmente a mesma. Um luta pela promoção de reformas sociais, ou para achar Deus, ou para criar melhores relações no lar ou com o próximo; outro senta-se à margem do Ganges ou se prostra devotamente aos pés de um guru - etc. etc. Tudo isso representa esforço, luta. O importante, por conseguinte, não é o objeto da luta, porém, sim, compreender a própria luta.

Ora, é possível a mente não apenas perceber ocasionalmente que não está a lutar, porém estar a todas as horas completamente livre de esforço, de modo que possa descobrir um estado de alegria em que não haja nenhuma idéia de superioridade e inferioridade?

O caso é que a mente se sente inferior e por esta razão luta para "vir a ser" alguma coisa, ou conciliar seus vários desejos contraditórios. Mas, não estejamos a dar explicações sobre por que a mente tanto luta. Todo homem que pensa sabe por que há luta, interior e exteriormente. Nossa inveja, avidez, ambição, nosso espírito de competição, que nos impele à mais impiedosa eficiência - são obviamente estes os fatores que nos fazem lutar, no mundo atual ou no mundo do futuro. Por tanto, não temos necessidade de estudar livros de psicologia para sabermos por que lutamos; e o que certamente, tem importância é que descubramos se a mente pode ficar totalmente livre de luta.

Afinal de contas, quando lutamos, o conflito é entre o que somos e o que deveríamos ou desejamos ser. Pois bem; sem se procurarem explicações, pode-se compreender todo esse processo de luta, de modo que ele termine? Como aquele barco levado pelo vento, pode a mente existir sem luta? A questão é esta, sem dúvida, é não como alcançar um estado em que não haja luta. O próprio esforço para alcançar tal estado é, em si, um processo de luta e, por conseguinte, aquele estado nunca pode ser alcançado. Mas, se observardes, momento por momento, como a mente se deixa colher nesse torvelinho de incessante luta - se observardes simplesmente o fato, sem tentar alterá-lo, sem impor à mente um certo estado que chamais "de paz" - vereis que, espontaneamente, a mente deixará de lutar; e nesse estado ela é capaz de aprender infinitamente. Aprender já não é, então, mero processo de acumular conhecimentos, porém de descobrimento de extraordinárias riquezas existentes além do alcance da mente; e para a mente que faz tal descobrimento, há grande alegria.

Observai a vós mesmo, para verdes como lutais da manhã à noite, e como vossa energia se dissipa nessa luta. Se tratardes apenas de explicar por que lutais, ficareis perdido numa floresta de explicações e a luta prosseguirá; mas se, ao contrário, observardes vossa mente, com serenidade e sem dardes explicações; se deixardes simplesmente que vossa mente esteja cônscia de sua própria luta, vereis que muito depressa surgirá um estado no qual nenhuma luta haverá, um estado de extraordinária vigilância. Nessa vigilância, não há idéia de "superior" e "inferior", não há homem importante nem homem insignificante, não há guru. Todos esses absurdos desapareceram, por que a mente está inteiramente desperta; e a mente de todo desperta está cheia de alegria...

...Afinal de contas, que é "contentamento" e o que é "descontentamento"? "Descontentamento" é a luta pela consecução de mais, e o "contentamento" a cessação dessa luta; mas, não se chega ao contentamento, se se não compreende todo o "processo" relativo ao mais, e por que razão a mente o exige.

Se sois mal sucedido num exame, por exemplo, tereis de repeti-lo, não é verdade? Os exames, em qualquer circunstância, são uma coisa sumamente deplorável, porquanto nada representam de significativo, já que não revelaria o verdadeiro valor de vossa inteligência. Passar num exame é, em grande parte, um "golpe" de memória ou, também, de sorte; mas, vós lutais para passardes em vossos exames e, quando sois mal sucedidos, perseverais nessa luta. O mesmo "processo" se verifica diariamente, na vida da maioria de nós. Estamos lutando por alguma coisa e nunca nos detivemos para investigar se essa coisa é digna de lutarmos por ela. Nunca perguntamos a nós mesmos se ela merece nossos esforços e, portanto, ainda não descobrimos que não os merece e que devemos contrariar a opinião de nossos pais, da sociedade, de todos os mestres e gurus. É só quando temos compreendido inteiramente o significado do mais, que deixamos de pensar em termos de fracasso e de êxito.

Temos sempre medo de falhar, de cometer erros, não só nos exames, mas também na vida. Cometer um erro é coisa terrível, porque seremos criticados, censurados, por causa dele. Mas, afinal, por que não se devem cometer erros? Toda gente, neste mundo, não vive cometendo erros? E o mundo sairia da horrível confusão em que se encontra, se vós e eu nunca cometêssemos um erro? Se tendes medo de cometer erros, nunca aprendereis coisa alguma. Os mais velhos estão continuamente cometendo erros, mas não querem que vós os cometais e, com isso vos sufocam toda a iniciativa. Por quê? Porque temem que, pelo observar e investigar todas as coisas, pelo experimentar e errar, acabeis descobrindo algo por vós mesmo e trateis de emancipar-vos da autoridade de vossos pais, da sociedade, da tradição. É por essa razão que vos acenam com o ideal do êxito; e o êxito, como deveis ter notado, sempre se traduz em termos de respeitabilidade. O próprio santo, em seus progressos para a chamada perfeição espiritual, tem de tornar-se respeitável, porque, do contrário, não encontrará "aceitação", não terá seguidores.

Estamos, pois, sempre pensando em termos de êxito, em termos de mais; e o mais é encarecido pela sociedade respeitável. Por outras palavras, a sociedade estabeleceu, com todo o esmero, um certo padrão, pelo qual mede o vosso sucesso ou o vosso insucesso. Mas, se amais uma coisa e a fazeis com todo o vosso ser, então já não vos importa o êxito nem o fracasso. Nenhum homem inteligente se importa com isso. Mas, infelizmente, são raros os homens inteligentes, e ninguém vos aponta essas coisas. Tudo o que importa ao homem inteligente é perceber os fatos e compreender o problema - e isso não significa pensar em termos de êxito ou de fracasso. Só quando não amamos o que fazemos, pensamos nesses termos.

Krishnamurti
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Um belo trabalho, um belo espaço, vale a pena visitar:
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2.6.09

Peter Deunov


Mestre Peter Konstantinov Deunov


Nascido em 1864 na Búlgaria, Peter Deunov é o fundador da Fraternidade Branca Universal...


http://www.prosveta.ch/izvor6_p.html

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Sitio sobre o Mestre Peter Deunov (Beinsa Duno) - 1 http://www.beinsadouno.org/

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Sitio sobre o Mestre Peter Deunov (Beinsa Duno) - 2 http://www.bratstvoto.net/

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"O Mestre Peter Deunov dizia:

«Se uma pessoa atira responsabilidades para as tuas costas, deves ter paciência; se ela lança sobre ti enxames de moscas e mosquitos, também deves ser paciente. Mas, se ela coloca as suas mãos sobre os teus olhos quando te pões a caminho, isso não deves aceitar.» Que significa isto? Que, na vida quotidiana, nós devemos esforçar-nos por suportar os fardos que os outros põem sobre as nossas costas e também ser pacientes se eles nos complicam a vida e são injustos connosco. A única coisa que não devemos aceitar é que eles nos impeçam de ver o caminho certo e de o seguir. Não se deve ser paciente com aqueles que, pelas suas palavras ou o seu comportamento, tentam destruir o templo de Deus em nós, apagar a nossa luz, cortar as nossas ligações com o Criador. Nessas situações, há que opor-se com todas as suas forças."


Obras de Omraam Mikhaël Aïvanhov: http://www.prosveta.com/


25.3.09



Em demanda por mais informações sobre Divaldo Franco , cheguei aqui:



http://www.mansaodocaminho.com.br/


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O programa Encontro com Divaldo é trasmitido todos os domingos (canal 1) às 15h, horário de Brasília, pela TV CEI e reproduzido aqui no site da Mansão do Caminho, onde encontra-se uma galeria com todos os programas já transmitidos

http://www.tvcei.com/vd/home/player.php?canal=7


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http://www.youtube.com/watch?v=OO4ro-0VSD0

Lindo poema 'Oração de agradecimento' na melodiosa voz de Divaldo Franco
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Para saber mais sobre Divaldo Franco:

http://www.divaldofranco.com/


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Grata Isabella good news